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LIVRETO CELEBRATIVO - 2ª feira da 4ª Semana da Páscoa


LITURGIA DIÁRIA

2ª feira da 4ª Semana da Páscoa

RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA (CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA)


Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.


CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA!

VENCEU A MORTE COM AMOR

CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA!

VENCEU A MORTE COM AMOR

ALELUIA!

TENDO VENCIDO A MORTE

O SENHOR FICARÁ PARA SEMPRE ENTRE NÓS

PARA MANTER VIVA

A CHAMA DO AMOR QUE RESIDE

EM CADA CRISTÃO A CAMINHO DO PAI

CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA!

VENCEU A MORTE COM AMOR

CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA!

VENCEU A MORTE COM AMOR

ALELUIA!

TENDO VENCIDO A MORTE

O SENHOR NOS ABRIU HORIZONTE, FELIZ

POIS NOSSO PEREGRINAR

PELA FACE DO MUNDO TERÁ

SEU FINAL LÁ NA CASA DO PAI

CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA!

VENCEU A MORTE COM AMOR

CRISTO RESSUSCITOU, ALELUIA!

VENCEU A MORTE COM AMOR

ALELUIA!

ALELUIA!




Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.


SAUDAÇÃO


Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.:  — Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

R: —   Amém.


O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.: — A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

R.: — Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

                                                               

ATO PENITÊNCIAL


Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos os nossos pecados para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

(breve pausa em silêncio)

Todos:
CONFESSO A DEUS TODO-PODEROSO
E A VÓS, IRMÃOS E IRMÃS,
QUE PEQUEI MUITAS VEZES POR PENSAMENTOS E PALAVRAS, ATOS E OMISSÕES,
POR MINHA CULPA, MINHA TÃO GRANDE CULPA.
E PEÇO À BEM-AVENTURADA SEMPRE VIRGEM MARIA, AOS ANJOS E SANTOS E A VÓS, IRMÃOS E IRMÃS, QUE ROGUEIS POR MIM A DEUS, NOSSO SENHOR.

Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
R.: Amém.
                                       

COLETA

De mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres.: — Oremos.

E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:

Ó Deus, cuja graça nos transforma de pecadores em justos, de míseros em bem-aventurados, acompanhai com vosso poder e vossos dons os que justificastes pela fé, para que jamais lhes falte a força da perseverança. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. R.: — Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA

(At 11, 1-18)


Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos


Naqueles dias, 7depois de longa discussão, Pedro levantou-se e falou aos apóstolos e anciãos: “Irmãos, vós sabeis que, desde os primeiros dias, Deus me escolheu, do vosso meio, para que os pagãos ouvissem de minha boca a palavra do Evangelho e acreditassem. 8Ora, Deus, que conhece os corações, testemunhou a favor deles, dando-lhes o Espírito Santo como o deu a nós. 9E não fez nenhuma distinção entre nós e eles, purificando o coração deles mediante a fé. 10Então, por que vós agora colocais Deus à prova, querendo impor aos discípulos um jugo que nem nossos pais e nem nós mesmos tivemos força para suportar? 11Ao contrário, é pela graça do Senhor Jesus que acreditamos ser salvos, exatamente como eles”.

12Houve então um grande silêncio em toda a assembleia. Depois disso, ouviram Barnabé e Paulo contar todos os sinais e prodígios que Deus havia realizado, por meio deles, entre os pagãos. 13Quando Barnabé e Paulo terminaram de falar, Tiago tomou a palavra e disse: “Irmãos, ouvi-me: 14Simão acaba de nos lembrar como, desde o começo, Deus se dignou tomar homens das nações pagãs para formar um povo dedicado ao seu Nome. 15Isso concorda com as palavras dos profetas, pois está escrito: 16ʽDepois disso, eu voltarei e reconstruirei a tenda de Davi que havia caído; reconstruirei as ruínas que ficaram e a reerguerei, 17a fim de que o resto dos homens procure o Senhor com todas as nações que foram consagradas ao meu Nome. É o que diz o Senhor, que fez estas coisas, 18conhecidas há muito tempo’.

19Por isso, sou do parecer que devemos parar de importunar os pagãos que se convertem a Deus. 20Vamos somente prescrever que eles evitem o que está contaminado pelos ídolos, as uniões ilegítimas, comer carne de animal sufocado e o uso do sangue. 21Com efeito, desde os tempos antigos, em cada cidade, Moisés tem os seus pregadores, que o leem todos os sábados nas sinagogas”.

Leitor: Palavra do Senhor.

R: Graças a Deus.

                           

SALMO RESPONSORIAL

( Sl 41(42))

R: ℟. Anunciai as maravilhas do Senhor entre todas as nações.


— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! Cantai e bendizei seu santo nome! ℟.

— Dia após dia anunciai sua salvação, manifestai a sua glória entre as nações, e entre os povos do universo seus prodígios! ℟.

— Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!” Ele firmou o universo inabalável pois os povos ele julga com justiça. ℟.



ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


ALELUIA, ALELUIA,

ALELUIA, ALELUIA!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,

ALELUIA, ALELUIA,

ALELUIA, ALELUIA!


EU SOU O BOM PASTOR, CONHEÇO MINHAS OVELHAS E ELAS ME CONHECEM, ASSIM FALA O SENHOR.

ALELUIA, ALELUIA,

ALELUIA, ALELUIA!

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,

ALELUIA, ALELUIA,

ALELUIA, ALELUIA!


Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

V.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

V.: Amém.


Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

                                                                  

EVANGELHO (Jo 10, 1-10)


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

V.: — O Senhor esteja convosco.

R.: — Ele está no meio de nós.


O diácono ou o sacerdote diz:

V.: — Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo,   segundo João.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

R.: — Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 9“Como meu Pai me amou, assim também eu vos amei. Permanecei no meu amor. 10Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu guardei os mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor. 11Eu vos disse isto, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja plena”.

V.: Palavra da Salvação.
R: Glória a vós, Senhor.


Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMILIA


Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

PRECES DA COMUNIDADE


Pres.: Ao Senhor, que veio para salvar a todas as pessoas e trazer vida em abundância, roguemos confiantes, dizendo:
R: Senhor, fonte da vida, ouvi-nos!


1.
Para que a Igreja, presente nos cinco continentes, seja sinal do amor de Deus a todos os povos e culturas, rezemos. R.

2.
Para que no mundo inteiro seja afastado o vício do preconceito e todos se considerem irmãos, filhos e filhas do mesmo Pai celeste, rezemos. R.


3. Para que escutemos a voz do Bom Pastor e sejamos fiéis aos seus ensinamentos, rezemos. R.

Pres.: Senhor Deus, ouvi os pedidos daqueles que vos suplicam e atendei às necessidades dos que creem em vós. Por Cristo, nosso Senhor.
R: Amém.

OFERTÓRIO


Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.


BENDITO SEJAS, Ó REI DA GLÓRIA,

RESSUSCITADO SENHOR DA IGREJA!

AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!


VÊ COM BONS OLHOS NOSSAS HUMILDES OFERTAS,

TUDO QUE TEMOS, SEJA PRA TI, Ó SENHOR!


VIDAS SE ENCONTRAM NO ALTAR DE DEUS,

GENTE SE DOA, DOM QUE SE IMOLA.

AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!


VÊ COM BONS OLHOS NOSSAS HUMILDES OFERTAS,

TUDO QUE TEMOS, SEJA PRA TI, Ó SENHOR!


Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.


O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.


O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.


Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.


Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.


E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.


Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

                   

CONVITE À ORAÇÃO


Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: — Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

℟.: — Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS


Pres.: Ó Deus, pelo venerável intercâmbio deste sacrifício nos fizestes participar de vossa única e suprema divindade; concedei, nós vos pedimos, que conhecendo a vossa verdade a testemunhemos pela prática das boas obras. Por Cristo, nosso Senhor.
R: Amém.

PREFÁCIO DA PÁSCOA II
(O Cristo vivo, nosso intercessor)


Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: — O Senhor esteja convosco.

R.: — Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: — Corações ao alto.

R.: — O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

R.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.:  Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, mas sobretudo neste tempo solene em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Ele continua a oferecer-se pela humanidade, e junto de vós é nosso eterno intercessor. Imolado, já não morre; e, morto, vive eternamente. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, transbordando de alegria pascal, nós vos aclamamos, cantando (dizendo) a uma só voz...

                                                                 

SANTO


SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO,

O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.


HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!

HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!


BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR

BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR


HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!

HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA II


O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e  o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.

A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível como requer a sua natureza.
Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Pres.: — Mistério da fé!
R.: — Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
CC: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;  que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa N., com o nosso Bispo N., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:
Amém.

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:


Pres.:
 
Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
R.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 

R.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
R.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: 
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
R.: O amor de Cristo nos uniu.

COMUNHÃO

 

CRISTO, NOSSA PÁSCOA,

FOI IMOLADO, ALELUIA!

GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO,

ALELUIA!


PÁSCOA SAGRADA! Ó FESTA DE LUZ!

PRECISAS DESPERTAR: CRISTO VAI TE ILUMINAR!


CRISTO, NOSSA PÁSCOA,

FOI IMOLADO, ALELUIA!

GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO,

ALELUIA!


PÁSCOA SAGRADA! Ó FESTA UNIVERSAL!

NO MUNDO RENOVADO É JESUS GLORIFICADO!


CRISTO, NOSSA PÁSCOA,

FOI IMOLADO, ALELUIA!

GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO,

ALELUIA!


PÁSCOA SAGRADA! VITÓRIA SEM IGUAL!

A CRUZ FOI EXALTADA, FOI A MORTE DERROTADA!


CRISTO, NOSSA PÁSCOA,

FOI IMOLADO, ALELUIA!

GLÓRIA A CRISTO, REI RESSUSCITADO,

ALELUIA!


Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.


Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.


Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: — Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração
Senhor, nós vos pedimos, permanecei com misericórdia junto ao vosso povo e fazei passar da antiga para a nova vida aqueles que iniciastes nos mistérios celestes. Por Cristo, nosso Senhor.
R.: — Amém.

RITOS FINAIS
BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.:  — O Senhor esteja convosco.

R.: — Ele está no meio de nós.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
R.: — Amém.


Para despedir o povo, o diácono, ou, na sua ausência, o próprio sacerdote canta ou diz:

V.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe, aleluia, aleluia!

R.: Graças a Deus, aleluia, aleluia!

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.


SUMOS PONTÍFICES