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LIVRETO CELEBRATIVO | BENÇÃO DAS INSÍGNIAS EPISCOPAIS DO MONS. EMANUEL CASTRO SOUSA


   LIVRETO CELEBRATIVO

BENÇÃO DAS INSÍGNIAS EPISCOPAIS DO MONS. EMANUEL CASTRO SOUSA
PRESIDIDA POR V. EXª. DOM PEDRO XAVÍER

Convento Santo Antônio | Monte Carlo 07/08/2025

Ritos iniciais

1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:
Amém.

2. Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:

A graça de nosso Senhor Jesus Cristo,
o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo
estejam convosco.

O povo responde:
Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

4. O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
O Senhor Jesus, que nos convida
à mesa da Palavra e da Eucaristia,
nos chama a segui-lo fielmente.
Reconheçamos ser pecadores
e invoquemos com confiança
a misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

O sacerdote diz:
Confessemos os nossos pecados:

Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso
e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes
por pensamentos e palavras,
atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
Em seguida, continuam:
E peço à Virgem Maria,
aos Anjos e Santos
e a vós, irmãos e irmãs,
que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados
e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:
Amém.


Omite-se o Glória.

Oração Coleta
5.de mãos unidas, o sacerdote diz:

Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta;

Assisti, Senhor, os vossos fiéis e cumulai com vossa inesgotável bondade, aqueles que vos imploram e se gloriam de vos ter como criador e guia, restaurando para eles a vossa criação e conservando-a renovada. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:
Amém.


6. O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados.




Primeira Leitura — Nm 20, 1-13


Leitura do Livro dos Números


Naqueles dias, 1toda a comunidade dos filhos de Israel chegou ao deserto de Sin, no primeiro mês, e o povo permaneceu em Cades. Ali morreu Maria e ali mesmo foi sepultada. 2Como não havia água para o povo, este juntou-se contra Moisés e Aarão, 3e, levantando-se em motim, disseram: “Antes tivéssemos morrido, quando morreram nossos irmãos diante do Senhor! 4Para que trouxestes a comunidade do Senhor a este deserto, a fim de que morrêssemos, nós e nossos animais? 5Por que nos fizestes sair do Egito e nos trouxestes a este lugar detestável, em que não se pode semear, e que não produz figueiras, nem vinhas nem romãzeiras, e, além disso, não tem água para beber?”

6Deixando a comunidade, Moisés e Aarão foram até a entrada da Tenda da Reunião, e prostraram-se com a face em terra. E a glória do Senhor apareceu sobre eles. 7O Senhor falou, então, a Moisés, dizendo: 8“Toma a tua vara e reúne o povo, tu e teu irmão Aarão; na presença deles ordenai à pedra e ela dará água. Quando fizeres sair água da pedra, dá de beber à comunidade e aos seus animais”.

9Moisés tomou, então, a vara que estava diante do Senhor, como lhe fora ordenado. 10Depois, Moisés e Aarão reuniram a assembleia diante do rochedo, e Moisés lhes disse: “Ouvi, rebeldes! Poderemos, acaso, fazer sair água desta pedra para vós?”

11E, levantando a mão, Moisés feriu duas vezes a rocha com a vara, e jorrou água em abundância, de modo que o povo e os animais puderam beber. 12Então o Senhor disse a Moisés e a Aarão: “Visto que não acreditastes em mim, para manifestar a minha santidade aos olhos dos filhos de Israel, não introduzireis este povo na terra que lhe vou dar”.

13Estas são as águas de Meriba, onde os filhos de Israel disputaram contra o Senhor, e ele lhes manifestou a sua santidade.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor.


Todos respondem:
Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.



Salmo Responsorial7. O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.




Salmo Responsorial — Sl 94(95), 1-2. 6-7. 8-9 (R. 8ab)


℟. Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba.


— Vinde, exultemos de alegria no Senhor, aclamemos o Rochedo que nos salva! Ao seu encontro caminhemos com louvores, e com cantos de alegria o celebremos! .

— Vinde adoremos e prostremo-nos por terra, e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, e nós somos o seu povo e seu rebanho, as ovelhas que conduz com sua mão. .

— Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: “Não fecheis os corações como em Meriba, como em Massa, no deserto, aquele dia, em que outrora vossos pais me provocaram, apesar de terem visto as minhas obras”. .


Segunda Leitura
Omite-se a Segunda Leitura.

Aclamação antes da proclamação do Evangelho13. Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.


℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
℣. Tu és Pedro e sobre esta pedra eu irei construir minha Igreja. E as portas do inferno não irão derrotá-la! (Mt 16, 18) ℟.

7. Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:

em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.



Evangelho

7. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

Evangelho — Mt 16, 13-23


℣. O Senhor esteja convosco.

℟. Ele está no meio de nós.


℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo Mateus

℟. Glória a vós, Senhor.


Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” 14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.

15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” 16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu.

18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. 20Jesus, então, ordenou aos discípulos que não dissessem a ninguém que ele era o Messias. 21Jesus começou a mostrar aos seus discípulos que devia ir a Jerusalém e sofrer muito da parte dos anciãos, dos sumos sacerdotes e dos mestres da Lei, e que devia ser morto e ressuscitar no terceiro dia.

22Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo, dizendo: “Deus não permita tal coisa, Senhor! Que isto nunca te aconteça!” 23Jesus, porém, voltou-se para Pedro, e disse: “Vai para longe, Satanás! Tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não pensas as coisas de Deus, mas sim as coisas dos homens!”

8. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
Palavra da Salvação.


Todos respondem:
Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.



Homilia
9. Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.



10.Após estarem então todos reunidos, aquele que foi eleito Bispo é convidado a professar a Profissão de Fé Apostólica.

Bispo Eleito: Eu, Emanuel Castro Sousa, eleito Bispo, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades que estão contidas no símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigénito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos céus. E encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e Se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras; e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir em Sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o Seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só baptismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir. Amém.

Creio também firmemente em tudo o que está contido na palavra de Deus, escrita ou transmitida pela tradição, e é proposto pela Igreja, de forma solene ou pelo Magistério ordinário e universal, para ser acreditado como divinamente revelado.
De igual modo aceito firmemente e guardo tudo o que, acerca da doutrina da fé e dos costumes, é proposto de modo definitivo pela mesma Igreja.
Adiro ainda, com religioso obséquio da vontade e da inteligência, aos ensinamentos que o Romano Pontífice ou o Colégio Episcopal propõem quando exercem o Magistério autêntico, ainda que não entendam proclamá-los com um acto definitivo.

*A seguir, aquele que celebrará o Evangelho, pega o livro dos Evangelhos e então segura para o eleito tocar e professar a fórmula a seguir:

Bispo Eleito: Eu,  Emanuel Castro Sousa, ao assumir o ofício de Bispo prometo conservar-me sempre em comunhão com a Igreja Católica, tanto por palavras como pela minha maneira de proceder. Desempenharei, com grande diligência e fidelidade, os deveres a que estou obrigado para com a Igreja, tanto universal como particular, na qual fui chamado a exercer o meu serviço segundo as normas do direito. No exercício do meu cargo, que me foi confiado em nome da Igreja, conservarei intacto, transmitirei e explicarei fielmente o depósito da fé, evitando todas as doutrinas que lhe são contrarias. Acatarei a disciplina comum de toda a Igreja e favorecerei a observância de todas as leis eclesiásticas, especialmente as contidas no Código de Direito Canónico.
Seguirei, com obediência cristã, o que os sagrados Pastores declaram como doutores e mestres autênticos da fé ou estabelecem como chefes da Igreja, e prestarei fiel ajuda aos Bispos diocesanos, para que a ação apostólica, a exercer em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os santos Evangelhos de Deus, que toco com as minhas mãos.

*Após isso, depõe-se as mãos do Evangeliário, e o Bispo eleito deve assinar um papel para este momento solene junto daquele que celebrará a celebração.

*Após isso, ocorre então a bênção das insígnias episcopais da seguinte maneira:

Celebrante: A nossa proteção está no nome do Senhor!

T: Que fez o céu e a terra!

Celebrante: O Senhor esteja convosco!

T: Ele está no meio de nós!

Celebrante: Oremos. 
Deus eterno e Todo-Poderoso, abençoai essas insígnias + da missão de Pastor a dignidade episcopal, para que o Bispo que vai usá-las receba na vida eterna com Cristo Sacerdote e Bom Pastor, o prêmio da missão que lhe foi confiada. Por nosso Senhor Jesus Cristo vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

T: Amém!

*O Celebrante então asperge as insígnias episcopais

 Oração universal

11. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

  • Pela Santa Igreja de Deus
    — Para que, sustentada pelo Espírito Santo, continue firme na fidelidade ao Evangelho e seja sempre sinal de comunhão e esperança no mundo.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pelo Santo Padre, o Papa Pio II
    — Para que, como sucessor de Pedro, seja fortalecido na missão de confirmar seus irmãos na fé e guiar com caridade a Igreja de Cristo.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pelo Monsenhor Emanuel Castro Sousa
    — Para que, ao receber estas insígnias episcopais, abrace com alegria e humildade a missão que lhe foi confiada, sendo sinal vivo do Bom Pastor entre nós.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pelo Vicariato Apostólico de Monte Carlo
    — Para que esta porção do povo de Deus cresça em santidade, comunhão e ardor missionário, tornando-se terra fértil para o Reino de Deus.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pela Ordem dos Frades Menores
    — Para que, à semelhança de São Francisco, continuem sendo testemunhas da paz, da pobreza evangélica e do amor ao Crucificado em todos os lugares.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pelos bispos, padres e diáconos
    — Para que, configurados a Cristo, sejam servidores fiéis do Evangelho e pastores segundo o Coração de Deus.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pelo povo de Monte Carlo e por todos os fiéis sob os cuidados de Mons. Emanuel
    — Para que vivam com fé, esperança e caridade, colaborando com o novo pastor na construção do Reino de Deus.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pelos jovens e vocacionados
    — Para que respondam com generosidade ao chamado de Deus, entregando suas vidas ao serviço do Evangelho na Igreja.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pelos pobres, enfermos e esquecidos
    — Para que encontrem na comunidade cristã apoio, dignidade e consolo, e na Igreja um refúgio de amor e justiça.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.

  • Pelos frutos espirituais desta celebração
    — Para que a bênção das insígnias fortaleça o zelo pastoral de Mons. Emanuel e desperte em todos os fiéis um renovado ardor missionário.
    — Bom Pastor, ouvi-nos.


  • 12. Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

    13. O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
    Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
    pelo pão que recebemos de vossa bondade,
    fruto da terra e do trabalho humano,
    que agora vos apresentamos,
    e para nós se vai tornar pão da vida.
    Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

    Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
    Bendito seja Deus para sempre!

    14. O diácono ou o sacerdote coloca o vinho e um pouco d água no cálice, rezando em silêncio:
    Pelo mistério desta água e deste vinho
    possamos participar da divindade do vosso Filho,
    que se dignou assumir a nossa humanidade.

    15. Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
    Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
    pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
    fruto da videira e do trabalho humano,
    que agora vos apresentamos,
    e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
    Coloca o cálice sobre o corporal.

    Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
    Bendito seja Deus para sempre!

    16. Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
    De coração contrito e humilde,
    sejamos, Senhor, acolhidos por vós;
    e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido
    que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

    17. E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

    18. Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
    Lavai-me, Senhor, de minhas faltas
    e purificai-me do meu pecado.

    19. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
    Orai, irmãos e irmãs,
    para que esta nossa família,
    reunida em nome de Cristo,
    possa oferecer um sacrifício
    que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

    O povo se levanta e responde:
    Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
    para glória do seu nome,
    para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

    20. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

    Nós vos pedimos, Senhor de bondade, santificai estes dons e, aceitando a oblação do sacrifício espiritual, fazei de nós mesmos uma eterna oferenda para vós. Por Cristo, nosso Senhor.

    ao terminar, o povo aclama:
    Amém.

    21. Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
    O Senhor esteja convosco.

    O povo responde:
    Ele está no meio de nós.

    Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
    Corações ao alto.

    O povo:
    O nosso coração está em Deus.

    O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
    Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

    O povo:
    É nosso dever e nossa salvação.

    O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
    Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:

    PE: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso e celebrar a vossa admirável providência nos santos e santas que se consagraram ao Cristo, vosso Filho e Senhor nosso. Neles, chamais novamente os fiéis à santidade original e a experimentar, já aqui na terra, construindo o vosso reino, os dons reservados para o céu. Unidos à multidão dos anjos e dos santos, proclamamos a vossa bondade, cantando a uma só voz

    Santo, Santo, Santo,
    Senhor, Deus do universo.
    O céu e a terra proclamam a vossa glória.
    Hosana nas alturas!
    Bendito o que vem em nome do Senhor!
    Hosana nas alturas!


    22. Em todas as Missas, o sacerdote pode cantar as partes mais importantes da Oração EucarísticOração Eucarística I ou Cânon Romano
     ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
    OU CÂNON ROMANO

    O sacerdote, de braços abertos, diz:
    Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
    une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
    que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
    de braços abertos, prossegue:
    que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Pio, o nosso Bispo Eleito Emanuel Castros Com nosso Arcebispo Hélio Borges., e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

    Memento dos vivos
    1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que compõe está ordem religiosa.
    une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
    De braços abertos, prossegue:
    e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

    "Infra actionem"
    2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria Nossa senhora do Carmo, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião, Francisco e Clara, e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

    O sacerdote, com os braços abertos, continua:
    Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
    Une as mãos.
    Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

    Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
    Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
    Une as mãos.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

    O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
    Pres.: Na véspera de sua paixão,
    toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
    ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
    eleva os olhos,
    elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos, dizendo:
    inclina-se levemente
    Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

    Então prossegue:
    Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
    toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
    ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos, dizendo:
    inclina-se levemente
    Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

    Em seguida, diz:
    Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
    A assembleia aclama:
    ℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.


    O sacerdote, de braços abertos, diz:
    Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
     
    Une as mãos e, inclinando-se, diz:
    Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
    ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
    sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
    Une as mãos.
    Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
    A assembleia aclama:
    ℟.: O Espírito nos una num só corpo!

    Memento dos mortos.
    De braços abertos, diz:
    3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas Frei Damião Papa Francisco João Paulo IIIque nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
    Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
    De braços abertos, prossegue:
    A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
    Une as mãos.
    Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

    Bate no peito, dizendo:
    4C: E a todos nós pecadores,
    e, de braços abertos, prossegue:
    que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.
    Une as mãos.
    Por Cristo, nosso Senhor.
    E prossegue:
    Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

    Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
    Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
    A assembleia aclama:
    ℟.: Amém.

    24. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
    Obedientes à palavra do Salvador
    e formados por seu divino ensinamento,
    ousamos dizer:


    O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

    Pai nosso que estais nos céus,
    santificado seja o vosso nome;
    venha a nós o vosso reino,
    seja feita a vossa vontade,
    assim na terra como no céu.
    O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
    perdoai-nos as nossas ofensas,
    assim como nós perdoamos
    a quem nos tem ofendido;
    e não nos deixeis cair em tentação,
    mas livrai-nos do mal.

    25. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
    Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
    e dai-nos hoje a vossa paz.
    Ajudados pela vossa misericórdia,
    sejamos sempre livres do pecado
    e protegidos de todos os perigos,
    enquanto aguardamos a feliz esperança
    e a vinda do Nosso Salvador, Jesus Cristo.
    O sacerdote une as mãos.

    O povo conclui a oração, aclamando:
    Vosso é o reino,
    o poder e a glória para sempre.

    26. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
    Senhor Jesus Cristo,
    dissestes aos vossos Apóstolos:
    eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
    Não olheis os nossos pecados,
    mas a fé que anima vossa Igreja;
    dai-lhe, segundo o vosso desejo,
    a paz e a unidade.
    O sacerdote une as mãos e conclui:
    Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

    O povo responde:
    Amém.
    129. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
    Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
    o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,
    nos faça participar da vida eterna.

    130. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:


    Agnus Dei, qui tollis peccata mundi.
    Miserere nobis.
    Agnus Dei, qui tollis peccata mundi.
    Miserere nobis.
    Agnus Dei, qui tollis peccata mundi.

    R. Dona nobis pacem.Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: Dona nobis pacem

    31. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
    Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
    que, cumprindo a vontade do Pai
    e agindo com o Espírito Santo,
    pela vossa morte destes vida ao mundo,
    livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue
    dos meus pecados e de todo mal;
    dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós. 

    32. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
    Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

    Eis o Cordeiro de Deus,
    que tira o pecado do mundo.
    E acrescenta, com o povo, uma só vez:
    Senhor, eu não sou digno(a)
    de que entreis em minha morada,
    mas dizei uma palavra e serei salvo(a).

    133. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
    O Corpo de Cristo
    me guarde para a vida eterna.
    E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
    Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
    O Sangue de Cristo
    me guarde para a vida eterna.
    E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

    134. Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
    O Corpo de Cristo.

    O que vai comungar responde:
    Amém.

    E comunga.
    O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

    35. Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, em n. 281-287.

    36. Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

    37. Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
    Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
    Fazei, Senhor,
    que conservemos num coração puro
    o que a nossa boca recebeu.
    E que esta dádiva temporal
    se transforme para nós em remédio eterno.

    38. Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou cântico de louvor.

    39. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas.
    Oremos.

    E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.

    Acompanhai, Senhor, com vossa constante proteção aqueles que restaurais com os dons do céu e, como não cessais de protegê-los, concedei que se tornem dignos da eterna redenção. Por Cristo, nosso Senhor.

    Ao terminar, o povo aclama:
    Amém.

    40. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

    41. Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

    O Senhor esteja convosco.

    Todos respondem:
    Ele está no meio de nós.

    O celebrante diz:
    Bendito seja o nome do Senhor.

    Todos respondem:
    Agora e para sempre.

    O celebrante diz:
    Nossa proteção está no nome do Senhor.

    Todos respondem:
    Que fez o céu e a terra.

    Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
    Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
    e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
    Pai  e Filho  e Espírito  Santo.

    Todos:
    Amém.

    44. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, de mãos unidas:
    Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.

    O povo responde:
    Graças a Deus.

    45. Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

    46. Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

    SUMOS PONTÍFICES