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Diretório Litúrgico | Semana Santa | Discatério para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos

DIRETÓRIO LITÚRGICO
SEMANA MAIOR | SEMANA SANTA
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DOM GREGÓRIO TAVARES 
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
TITULI DI CASTEL MEDIANO
PREFEITO DA CASA PONTIFÍCIA 
PREFEITO DO DISCATÉRIO PARA OS SEMINÁRIOS 
MESTRE DE CERIMÔNIAS PONTIFÍCIAS 
ACERBISPO METROPOLITANO DA ARQUIDIOCESE DE SÃO SALVADOR DA BAHIA 
PREFEITO DO DISCATÉRIO PARA O CULTO DIVINO E DISCIPLINA DOS SACRAMENTOS
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NORMAS PASTORAIS E LITÚRGICAS 
Para a celebração da
Semana Santa e do Tríduo Pascal
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Aos Excelentíssimos Senhores Bispos,
aos Reverendíssimos Presbíteros e Diáconos,
aos religiosos e religiosas,
aos agentes da pastoral litúrgica e a todos os fiéis.
Saudação e bênção no Senhor!

   A Igreja aproxima-se do momento mais alto de todo o Ano Litúrgico: a Semana Santa, tempo sagrado em que celebramos os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Para favorecer uma celebração digna, piedosa e conforme a tradição da Igreja, são apresentadas neste documento algumas orientações litúrgicas e pastorais destinadas às comunidades, paróquias e igrejas particulares.

Que estas normas ajudem todo o povo de Deus a viver estes dias com espírito de oração, recolhimento e profunda fé.

DOMINGO DA RAMOS
NA PAIXÃO DO SENHOR

Com esta celebração a Igreja inicia solenemente a Semana Santa, recordando a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém e, ao mesmo tempo, contemplando o início de sua Paixão redentora.

Com a celebração do Domingo de Ramos na Paixão do Senhor, toda a Igreja dá início à Semana Santa, recordando a entrada de Jesus em Jerusalém, quando foi aclamado pelo povo antes de iniciar o caminho de sua Paixão. Este momento litúrgico une, ao mesmo tempo, a alegria da aclamação ao Rei Messias e a contemplação do mistério de sua entrega na cruz.

Quando houver necessidade pastoral, esta celebração pode ser realizada também no sábado que a antecede, ao entardecer, por volta das 17h (Horário de Brasília), conforme os horários oportunos estabelecidos pela comunidade.

A liturgia deste dia possui dois momentos principais. Inicialmente realiza-se a bênção dos ramos, seguida da procissão que recorda a entrada de Cristo na Cidade Santa. O celebrante pode iniciar este rito usando capa pluvial, conduzindo a assembleia em procissão até a igreja onde será celebrada a Santa Missa. Os ramos podem ser distribuídos previamente aos fiéis, e durante o início da celebração proclama-se o Evangelho que narra este acontecimento.

Convém que os ramos utilizados nesta celebração sejam posteriormente recolhidos e conservados, pois poderão ser queimados para a preparação das cinzas que serão utilizadas na Quarta-feira de Cinzas do ano seguinte.

Recomenda-se ainda que os bispos incentivem os presbíteros e os fiéis a participarem das celebrações organizadas em âmbito diocesano. Sempre que possível, é oportuno organizar a procissão partindo de uma capela ou de outro local apropriado em direção à igreja onde ocorrerá a Missa. Se for conveniente, pode-se também ornamentar as ruas com ramos, ajudando a comunidade a viver com maior solenidade este início da Semana Santa.

A celebração possui dois momentos principais:

1. Bênção dos Ramos e Procissão
Antes da Santa Missa, realiza-se a bênção dos ramos, que podem ser levados pelos fiéis durante a procissão. Esta procissão recorda a aclamação do povo a Cristo como Rei e Messias.

Sempre que possível, recomenda-se que a procissão parta de um local externo à igreja e caminhe em direção ao templo.

2. Celebração da Santa Missa
Após a procissão, inicia-se a Missa, na qual é proclamado o Evangelho da Paixão do Senhor.

Convém que esta celebração seja realizada com grande participação dos fiéis, marcando o início da caminhada espiritual rumo ao Tríduo Pascal.

DIAS DA SEMANA SANTA
SEGUNDA, TERÇA E QUARTA-FEIRA

Durante estes dias, a Igreja continua celebrando as missas próprias do tempo da Quaresma, convidando os fiéis a uma preparação mais intensa para os mistérios pascais.

Durante estes dias continuam sendo celebradas as Missas próprias do tempo da Quaresma, que convidam os fiéis a uma atitude de maior recolhimento e contemplação dos mistérios da Paixão do Senhor. As celebrações devem favorecer um clima de oração e silêncio, ajudando a comunidade a preparar-se espiritualmente para o Tríduo Pascal.

Convém que as igrejas mantenham uma ambientação sóbria, própria deste tempo penitencial: as imagens permanecem veladas, a iluminação do templo pode ser mais discreta, evita-se o uso de flores no presbitério e o acompanhamento musical deve ser simples, sem grande uso de instrumentos.

Incentiva-se também a realização de práticas de piedade popular nas comunidades, nas ruas ou nas capelas, como a Via-Sacra, a recitação do Santo Terço, procissões penitenciais, ofícios e outros momentos de oração comunitária.

Recomenda-se que as comunidades promovam práticas de piedade, tais como:

- Via-sacra
- Ofício da Paixão
- Santo Terço
- Momentos de adoração e silêncio

Assim como em anos anteriores, serão disponibilizados materiais de apoio e livretos próprios para estas devoções, a fim de auxiliar as comunidades na organização e realização dessas celebrações de fé.

As igrejas devem manter um ambiente de sobriedade, próprio do tempo quaresmal, evitando excessos ornamentais.

MISSA DO CRISMA
CELEBRAÇÃO DO SACERDÓCIO E DOS SANTOS ÓLEOS

A Missa Crismal é uma das mais significativas celebrações da vida diocesana, pois manifesta a união do presbitério com o seu Bispo.

A Missa Crismal ocupa um lugar de grande importância na vida da Igreja particular, pois nela se torna visível a unidade e a comunhão do presbitério reunido em torno de seu Bispo. Trata-se de uma celebração que manifesta de modo especial a ligação entre o pastor diocesano e os sacerdotes que colaboram com ele no cuidado do povo de Deus.

Esta celebração deve ser presidida pelo Bispo ou, em caso de necessidade, por um bispo por ele delegado. Utilizam-se paramentos de cor branca, e convém que o presbitério esteja devidamente preparado para a solenidade da liturgia.

Sempre que possível, recomenda-se a presença de todo o clero da Arqui(diocese), reunido na Igreja Catedral, para expressar visivelmente a unidade do sacerdócio. Segundo a tradição litúrgica da Igreja, a Missa Crismal é normalmente celebrada na manhã da Quinta-feira Santa, embora, por motivos pastorais, por celebra em outro horário, como também possa ser transferida para outro dia próximo da Semana Santa.

Antes do início da celebração devem estar preparados os santos óleos que serão apresentados e abençoados durante a liturgia: o Óleo dos Catecúmenos, o Óleo dos Enfermos e o Santo Crisma. Para a realização da celebração, devem ser observadas atentamente as normas indicadas no Pontifical Romano e nas demais orientações litúrgicas próprias deste rito.

Nela são abençoados os Santos Óleos que serão utilizados ao longo do ano nos sacramentos:

- Óleo dos Catecúmenos
- Óleo dos Enfermos
- Santo Crisma

Nesta celebração os sacerdotes renovam as promessas feitas no dia de sua ordenação sacerdotal.

Recomenda-se que seja celebrada na Igreja Catedral, com ampla participação do clero e do povo de Deus.

O TRÍDUO PASCAL
QUINTA, SEXTA E SÁBADO

O Tríduo Pascal constitui o centro de todo o Ano Litúrgico. Nele a Igreja celebra o mistério da redenção realizado por Cristo.

Inicia-se com a Missa da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, e culmina com a Vigília Pascal, na noite do Sábado Santo.

Com a manhã da Quinta-feira Santa, a Igreja aproxima-se do início do Tríduo Pascal, período sagrado em que se contemplam e celebram os mistérios centrais da fé: a Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Durante estes dias, os fiéis são convidados a viver um clima de maior recolhimento, cultivando o silêncio, a oração e, segundo a antiga tradição da Igreja, também o espírito de jejum e penitência até a celebração da Ressurreição.

Compete ao Bispo, como pastor da Igreja particular, presidir as principais celebrações do Tríduo em sua Igreja Catedral, especialmente a Missa da Ceia do Senhor na Quinta-feira Santa, a Celebração da Paixão do Senhor na Sexta-feira Santa e a solene Vigília Pascal na noite do Sábado Santo.

Convém ainda que, ao longo destes dias, o bispo se reúna com o seu clero e com o povo de Deus em momentos de oração comum, como na Liturgia das Horas, no Ofício das Leituras ou em outras celebrações próprias deste tempo, manifestando assim a comunhão da Igreja reunida em torno de seu pastor.

Durante estes dias recomenda-se aos fiéis uma atitude de silêncio, oração e recolhimento.

QUINTA-FEIRA SANTA
MISSA DA CEIA DO SENHOR

Na tarde ou noite da Quinta-feira Santa celebra-se a Missa que recorda a Última Ceia de Jesus com seus discípulos.

A Missa da Ceia do Senhor é celebrada na tarde ou na noite da Quinta-feira Santa e marca o início solene do Tríduo Pascal, centro de todo o Ano Litúrgico. Nela a Igreja recorda a última ceia de Jesus com os seus discípulos, na qual Ele instituiu o sacramento da Eucaristia e o sacerdócio ministerial, além de deixar como mandamento o amor fraterno, manifestado no gesto do lava-pés.

Durante esta celebração a comunidade cristã faz memória dos grandes mistérios ali realizados: o dom da Eucaristia, na qual o sacrifício pascal de Cristo permanece presente na Igreja; a instituição do sacerdócio, por meio do qual continua no mundo a missão confiada pelo Senhor; e o testemunho supremo de caridade de Cristo, que amou os seus até o fim.

Embora não seja obrigatório, recomenda-se a realização do rito do Lava-pés, como sinal visível do serviço e da humildade ensinados por Cristo.
Para a adequada preparação da celebração, sugerem-se algumas disposições:

• Convém preparar com dignidade o presbitério e um local apropriado para a reserva do Santíssimo Sacramento, onde permanecerá para a adoração dos fiéis. Durante a vigília após a Missa, deve-se manter um ambiente de silêncio e recolhimento.

• Utilizam-se paramentos de cor branca, próprios desta celebração festiva. Durante o canto do Glória, podem tocar-se os sinos ou sinetas; após este momento, permanecem em silêncio até a celebração da Vigília Pascal. O Aleluia ainda não é entoado.

• Ao final da Missa realiza-se a transladação do Santíssimo Sacramento para o local preparado. Para este momento pode-se utilizar matracas, iluminação mais discreta e uma breve procissão conduzida pelo celebrante, que poderá usar véu umeral e capa pluvial.

• Terminada a celebração, procede-se à retirada das ornamentações do templo. O altar é despojado de suas toalhas e ornamentos, e as imagens permanecem veladas, sobretudo a cruz do altar. Sempre que possível, conserva-se na igreja um ambiente simples, favorecendo o recolhimento e a oração dos fiéis.

Nesta celebração a Igreja faz memória de três grandes realidades:

- A instituição da Eucaristia
- A instituição do Sacerdócio ministerial
- O mandamento do amor fraterno

Em muitas comunidades realiza-se o rito do Lava-pés, recordando o gesto de humildade de Cristo ao lavar os pés de seus discípulos.

Após a comunhão, o Santíssimo Sacramento é conduzido em procissão até um local preparado para a adoração.

Concluída a celebração, o altar é desnudado e inicia-se um tempo de vigília e oração.

SEXTA-FEIRA SANTA
CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR

Neste dia a Igreja contempla a morte redentora de Cristo na Cruz.

A celebração principal ocorre tradicionalmente às 15 horas, recordando a hora da morte do Senhor.

Tradicionalmente recorda-se às 15 horas o momento em que o Senhor entregou a sua vida na cruz pela salvação da humanidade. Por essa razão, em todo o mundo a Igreja celebra neste horário a Ação Litúrgica da Paixão do Senhor, unindo-se espiritualmente ao sacrifício redentor de Cristo.

Contudo, considerando as diversas realidades pastorais e as atividades cotidianas dos fiéis, recomenda-se que esta celebração possa ser realizada entre as 12h e as 15h, de modo que um maior número de participantes consiga tomar parte neste momento sagrado. Assim, mesmo em horários distintos, toda a comunidade permanece unida em oração e comunhão com a Igreja inteira que contempla o mistério da Cruz.

Para a digna celebração deste dia santo, convém observar algumas disposições litúrgicas importantes, que orientam a preparação da igreja e o modo de presidir a ação litúrgica.

• O celebrante principal utilizará paramentos de cor vermelha, próprios desta celebração. Os demais ministros ordenados que participarem deverão usar estola simples, preferencialmente com casula, mantendo sempre sobriedade e evitando elementos que destoem da simplicidade própria desta liturgia.

• No que diz respeito aos Bispos, devem ser observadas as determinações presentes no Cerimonial dos Bispos. Assim, nesta celebração:
a) não se utiliza o anel episcopal;
b) a mitra empregada deve ser simples, sem ornamentações;
c) não se utiliza o báculo pastoral, e os arcebispos também não fazem uso do pálio;
d) não se usa a dalmática sob a casula.

• A igreja deve apresentar-se em clima de recolhimento e austeridade. As imagens permanecem veladas com panos de cor roxa, o altar permanece sem ornamentação e sem toalhas, e a lâmpada do sacrário permanece apagada. Recomenda-se também retirar tapetes e manter um ambiente de profundo silêncio e oração.

• Antes do início da celebração, prepare-se adequadamente o espaço litúrgico: a Cruz velada, dois castiçais próximos a ela, as toalhas que serão utilizadas posteriormente no altar e os paramentos destinados aos ministros que participarão da celebração.

• Após a distribuição da comunhão, a âmbula não deve ser colocada novamente no sacrário nem deixada sob o altar. Terminada a celebração, o altar é novamente deixado descoberto, retirando-se as toalhas utilizadas. A cruz pode permanecer exposta à veneração dos fiéis.

A liturgia é composta por três partes:

Liturgia da Palavra com a proclamação da Paixão
Adoração da Santa Cruz
Comunhão Eucarística
Não se celebra a Santa Missa neste dia.

Os ministros utilizam paramentos de cor vermelha, sinal do sacrifício de Cristo.

A Igreja convida todos os fiéis a viver este dia em jejum, abstinência e oração.

SÁBADO SANTO
DIA DE SILÊNCIO E ESPERA

Sábado Santo a Igreja permanece em oração junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua Paixão e aguardando sua Ressurreição.

Neste dia não se celebram sacramentos, exceto a penitência e a unção dos enfermos.

Durante o Sábado Santo, a Igreja permanece em atitude de espera e recolhimento junto ao sepulcro do Senhor. É um dia marcado pelo silêncio e pela oração, no qual os fiéis se preparam espiritualmente para celebrar o grande mistério da Ressurreição de Cristo. Por essa razão, não se realizam celebrações litúrgicas durante o dia, pois toda a atenção da Igreja está voltada para a solene celebração da Vigília Pascal, considerada a mais importante de todo o Ano Litúrgico.

Desde os tempos mais antigos da tradição cristã, esta noite é celebrada em honra do Senhor ressuscitado. A Vigília que nela se realiza, recordando a noite em que Cristo venceu a morte, é chamada pela Igreja de “mãe de todas as santas vigílias”, devido à sua centralidade na vida litúrgica.

A celebração não pode ocorrer antes do anoitecer do Sábado Santo nem durante o dia da Sexta-feira Santa, pois deve expressar simbolicamente a passagem das trevas para a luz da Ressurreição. Assim, recomenda-se que seja iniciada apenas no período noturno, conforme o horário mais adequado para a comunidade.

Sendo uma liturgia extensa e rica em sinais, é importante que os ministros que irão presidir ou auxiliar na celebração estudem previamente o rito e sigam atentamente as orientações litúrgicas. Para auxiliar na preparação, recordam-se alguns elementos fundamentais:

• Utilizam-se paramentos de cor branca ou dourada, próprios da solenidade. Recomenda-se que os concelebrantes utilizem casula.

• Deve-se preparar, em local apropriado fora da igreja, o espaço para a bênção do fogo novo, juntamente com o Círio Pascal e as velas que serão utilizadas pelos fiéis.

• Pouco antes do início da celebração, o templo pode ser ornamentado com flores e preparado para a solenidade. O altar deve estar devidamente coberto com toalhas, e no presbitério convém preparar um suporte para o Círio Pascal.

• A Liturgia da Palavra apresenta diversas leituras que recordam a história da salvação. Em caso de necessidade, pode-se reduzir o número de leituras, porém não se deve omitir a leitura do Êxodo 14, juntamente com o seu salmo.

• Após as leituras do Antigo Testamento, entoa-se solenemente o Hino do Glória, acompanhado do toque dos sinos, retomando assim a alegria da Igreja que celebra a vitória de Cristo.

• Recomenda-se que o canto litúrgico seja solene e adequado ao mistério celebrado, podendo contar com o acompanhamento do órgão ou de outros instrumentos apropriados, sempre mantendo como centro a proclamação de Cristo Ressuscitado.

Outras orientações mais detalhadas encontram-se nas rubricas próprias desta celebração, que devem ser lidas com atenção por todos os ministros responsáveis pela sua realização.

A liturgia solene deste dia é a Vigília Pascal, celebrada após o anoitecer.

DOMINGO DE PÁSCOA
A RESSURREIÇÃO DO SENHOR

Com o Domingo de Páscoa inicia-se o Tempo Pascal, período de cinquenta dias em que a Igreja celebra a vitória de Cristo sobre a morte.

Este tempo prolonga a alegria da Ressurreição até a Solenidade de Pentecostes.

Por esse motivo, será posteriormente divulgado um novo diretório litúrgico, dedicado de modo particular às celebrações e orientações próprias deste período.

As comunidades são convidadas a viver este período com espírito de júbilo, esperança e renovação da fé.

CONCLUSÃO 
EXORTAÇÃO FINAL

Exortamos todas as comunidades a prepararem com zelo e reverência as celebrações da Semana Santa, para que os fiéis possam participar plenamente dos mistérios da salvação.

Que estes dias santos renovem a fé do povo de Deus e conduzam todos a uma vida mais unida a Cristo.

Confiamos estes momentos à intercessão da Santíssima Virgem Maria, que permaneceu fiel ao lado de seu Filho até a cruz e participou da alegria de sua Ressurreição.

Dado em Roma, na sede deste Discatério,
aos 23 dias do mês de fevereiroV Semana da Quaresma, do ano da graça de 2026.

✠ Dom Gregório Tavares 
Prefeito

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