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Rituale | Consecratio Episcopalis

 



LIBELLUS LITURGICUS

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SOLLEMNIS CONCELEBRATIO EUCHARISTICA TRIDENTINUS
CUM RITU

CONSECRATIO  EPISCOPALIS

BASILICA SANCTI PETRI, ROMAE IN VATICANO
XXX.V.MMXXVI
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RITOS INICIAIS

1. Reunido o povo, o Bispo ordenante principal dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar, sem subir, faz com os ministros uma profunda inclinação, sem beija-lo

PREPARAÇÃO
Orações ao pé do altar 

Terminado o canto de entrada, o Bispo ordenante principal de pé, diante dos degraus do altar, o celebrante começa a Missa, fazendo o sinal da cruz:

In nomine Patris, + et Fílii, et Spíritus Sancti. Amen. 

Em seguida, diz-se:

Introíbo ad altare Dei.

O povo responde: 

Ad Deum qui lætíficat juventútem meam.

Após a fala inicia-se o Salmo 42 (este salmo omite-se nas Missas de Defuntos e do Tempo da Paixão)

O Celebrante diz:

Júdica me, Deus, et discérne causam meam de gente non sancta: ab hómine iniquo et dolóso érue me.

O povo responde:

Quia tu es, Deus, fortitúdo mea: quare me repulísti, et quare tristis incédo, dum afflígit me inimícus?

O Celebrante prossegue:

Emitte lucem tuam et veritátem tuam: ipsa me deduxérunt et adduxérunt in montem sanctum tuum, et in tabernácula tua.

 O povo responde:

Et introíbo ad altare Dei: ad Deum qui lætíficat juventútem meam.

O Celebrante prossegue:

Confitébor tibi in cíthara Deus, Deus meus: quare tristis es ánima mea, et quare contúrbas me? 

 O povo responde:

Spera in Deo, quóniam adhuc confitébor illi: salutáre vultus mei, et Deus meus

O Celebrante prossegue:

Glória Patri, et Fílio, et Spíritui Sancto

O povo responde:

Sicut erat in princípio, et nunc, et semper: et in sæcula sæculórum. Amen.

O Celebrante Repete a Antífona:

Introíbo ad altare Dei.

O povo responde: 

Ad Deum qui lætíficat juventútem meam.

O Celebrante diz:

Adjutórium + nostrum in nómine Dómini.

O povo responde: 

Qui fecit cælum et terram.

Profundamente inclinado, o celebrante diz o Confiteor, e depois dele, os assistentes.

Confiteor Deo omnipotenti, beatæ Mariæ semper Virgini, beato Michæli Archangelo, beato Joanni Baptistæ, sanctis Apóstolis Petro et Paulo, omnibus Sanctis, et tibi, pater:  quia peccavi nimis cogitátione, verbo, et ópere:(bate no peito 3x) mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, beatum Michælem Archangelum, beatum Joannem Baptistam, sanctos Apóstolos Petrum et Paulum, omnes Sanctos, et te, pater, orare pro me ad Dóminum Deum nostrum.

O povo responde:

Amen 

Terminado o Confiteor do Celebrante, os assistentes dizem o Confiteor:

Confiteor Deo omnipotenti, beatæ Mariæ semper Virgini, beato Michæli Archangelo, beato Joanni Baptistæ, sanctis Apóstolis Petro et Paulo, omnibus Sanctis, et tibi, pater:  quia peccavi nimis cogitátione, verbo, et ópere:(bate no peito 3x) mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, beatum Michælem Archangelum, beatum Joannem Baptistam, sanctos Apóstolos Petrum et Paulum, omnes Sanctos, et te, pater, orare pro me ad Dóminum Deum nostrum.

O Celebrante diz:

Misereátur vestri omnípotens Deus, et dimissis peccáis vestris, perdúcat vos ad vitam ætérnam.

 O povo responde: 

Amen. 

Fazendo o sinal da cruz, o celebrante diz:

 Indulgéntiam, + absolutiónem, et remissiónem peccatórum nostrorum, tríbuat nobis omnípotens et miséricors Dominus: Amen

O celebrante, inclinado, diz: 

Deus, tu convérsus vivificábis nos.

 O povo responde: 

Et plebs tua lætábitur in te. 

O Celebrante prossegue:

Osténde nobis Dómine, misericordiam tuam. 

 O povo responde: 

Et salutáre tuum da nobis.

O Celebrante prossegue:

Dómine, exáudi oratiónem meam.

O povo responde: 

Et clámor meus ad te véniat.

O Celebrante diz:

Dominus vobiscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo. 

O celebrante sobe ao altar, dizendo:

Oremus. Aufer a nobis, quæsumus, Dómine, iniquitates nostras: ut ad Sancta sanctórum puris mereámur méntibus intróire. Per Christum Dóminum nostrum. Amen.
 O celebrante, inclinado, diz a seguinte oração:
 Orámus te, Dómine, per mérita Sanctórum tuórum,(beijando o altar) quórum relíquiæ hic sunt, et ómnium Sanctórum: ut indulgére dignéris ómnia peccáta mea. Amen.

PRIMEIRA PARTE: ANTE-MISSA

Nas Missas solenes, incensa-se o altar. O celebrante vai para o lado da Epístola, e lê o Introito. Canto solene de entrada, o Intróito como que enuncia o tema geral da Missa ou solenidade do dia. Às primeiras palavras, todos se benzem, ao mesmo tempo em que o celebrante. 

INTRÓITO
 (Rm 5, 5 | Sl 102, 1)

Cáritas Dei diffúsa est in córdibus nostris, allelúia: per inhabitántem Spíritum eius in nobis, allelúia, allelúia. Ps. Benedic, anima mea, Dómino: et ómnia, quæ intra me sunt, nómini sancto eius. ℣. Glória Patri…

KYRIE ELEISON

O celebrante, no meio do altar, diz, alternadamente com os assistentes:

Kyrie eléison.
Kyrie eléison.
Kyrie eléison.
Christe eléison.
Christe eléison.
Christe eléison.
Kyrie eléison.
Kyrie eléison.
Kyrie eléison.

Omite-se o glória.

O celebrante beija o altar, volta-se ao povo e diz: 

Dominus vobiscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo. 

O Celebrante prossegue:

Oremus.

COLETA

O celebrante, diante do missal, recita a COLETA. Breve oração que resume e apresenta a Deus os votos de toda a assembléia, votos estes sugeridos pelo mistério ou solenidade do dia.  

O celebrante diz:

Méntibus nostris, quǽsumus, Dómine, Spíritum Sanctum benígnus infúnde: cuius et sapiéntia cónditi sumus, et providéntia gubernámur. Per D.N… in unitate ejusdem Spiritus Sancti.

O povo responde: 

Amen. 

EPÍSTOLA 


Nas Missas solenes, a Epístola é cantada pelo subdiácono. Nas outras é lida pelo celebrante.

Leitor: Léctio Joélis Prophétae. Hæc dicit Dóminus Deus: Effúndam Spíritum meum super omnem carnem: et prophetábunt fílii vestri et fíliæ vestræ: senes vestri sómnia somniábunt, et iúvenes vestri visiónes vidébunt. Sed et super servos meos et ancíllas in diébus illis effúndam Spíritum meum. Et dabo prodígia in cœlo et in terra, sánguinem et ignem et vapórem fumi. Sol convertétur in ténebras et luna in sánguinem: ántequam véniat dies Dómini magnus ei horríbilis. Et erit: omnis, qui invocáverit nomen Dómini, salvus erit.
Pres: Verbum Domini
Ass: Deo Gratias!

Tradução: Leitura do Profeta Joel. Eis o que diz Deus, o Senhor: Derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão. Vossos velhos serão instruídos por sonhos, e os vossos jovens terão visões. Derramarei também naqueles dias o meu Espírito sobre os meus servos e sobre as minhas servas. E farei aparecer prodígios no céu e na terra, sangue, fogo e rolos de fumaça. O sol converter-se-á em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor. E sucederá: Todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo.

ALELUIA
(Jo 6, 64)

Allelúia. ℣. Spíritus est, qui vivíficat: caro autem non prodest quidquam.

No Tempo da Septuagésima, o Alleluia é substituído pelo Tracto. No Tempo Pascal, omite-se o Gradual, e dizem-se dois Alleluia.

ORATIO

O celebrante diz:

Illo nos igne, quǽsumus, Dómine, Spíritus Sanctus inflámmet: quem Dóminus noster Iesus Christus misit in terram, et vóluit veheménter accéndi: Qui tecum vivit et regnat… in unitate ejusdem Spiritus Sancti.

EVANGELHO
 (Lc 4, 38-44)

O celebrante, ao meio do altar, profundamente inclinado, diz:

Munda cor meum ac lábia mea, omnípotens Deus, qui lábia Isaíæ prophétæ cálculo mundásti igníto: ita me tua grata miseratióne dignáre mundáre, ut sanctum Evangélium tuum digne váleam nuntiáre. Per Christum Dómine nostrum. Amem. 

Jube, Dómine, benedicere. Dóminus sit in corde meo et in lábiis meis: ut digne et competénter annúntiem Evangélium suum. Amen.

Passa para o lado esquerdo do altar, e lê ou canta o Evangelho. Toda a assistência está de pé. Às primeiras palavras - Sequentia, etc. faz-se o sinal da cruz na testa, na boca e no peito. Proclamação solene da Palavra de Deus. Ponto culminante desta primeira parte da Missa, a leitura ou canto do Evangelho é revestida da maior solenidade. O respeito para com ele, exige seja escutado de pé. Nas Missas solenes, o livro é levado honorificamente em procissão. É incensado antes de começar a leitura; e, terminada ela, é reverentemente beijado pelo celebrante. 

O celebrante diz:

Dominus vobiscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.


Leitor: Sequéntia Sancti Evangélii + secúndum Lucam
Ass: Glória tibi, Dómini.

Leitor: 
In illo témpore: Surgens Jesus de synagóga, introívit in domum Simónis. Socrus autem Simónis tenebátur magnis fébribus: et rogavérunt illum pro ea. Et stans super illam, imperávit febri: et dimísit illam. Et contínuo surgens, ministrábat illis. Cum autem sol occidísset, omnes, qui habébant infírmos váriis languóribus, ducébant illos ad eum. At ille síngulis manus impónens, curábat eos. Exíbant autem dæmónia a multis, clamántia et dicéntia: Quia tu es Fílius Dei; et íncrepans non sinébat ea loqui, quia sciébant ipsum esse Christum. Facta autem die egréssus ibat in desértum locum, et turbæ requirébant eum, et venérunt usque ad ipsum: et detinébant illum, ne discéderet ab eis. Quibus ille ait: Quia et áliis civitátibus opórtet me evangelizáre regnum Dei: quia ídeo missus sum. Et erat prǽdicans in synagógis Galilǽæ. — CREDO…

Pres: Verbum Domini
Ass: 
Laus tibi, Christe

Tradução: Naquele tempo, saindo Jesus da sinagoga, entrou em casa de Simão. Ora, a sogra de Simão tinha uma forte febre e houve quem intercedesse a Jesus por ela. De pé, ao seu lado, ordenou Jesus à febre e esta a deixou. E levantando-se logo, ela os servia. Quando o sol estava no ocaso, todos os que tinham enfermos de várias doenças traziam-nos a Jesus. E Ele, impondo as mãos sobre cada um, curava-os. Saíam também os demônios de muitos deles, clamando e dizendo Vós sois o Filho de Deus. Ele os ameaçava, entretanto, para que não dissessem que sabiam que Ele era o Cristo. Quando se fez dia, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. E as multidões O procuravam e foram até Ele; e queriam retê-Lo, com medo que os deixasse. Ele porém lhes disse: É preciso que eu vá a outras cidades anunciar o Reino de Deus: porque para isso fui enviado. E assim pregava nas sinagogas da Galileia. — CREIO….


Terminada a leitura do evangelho, inicia-se o rito de Sagração.

PROPÓSITO DOS ELEITOS

Os bispos não devem ser consagrados a menos que fique claro para o consagrante a comissão para consagrá-lo, seja por meio de cartas apostólicas, se for fora da cúria, seja por meio de uma comissão do oráculo da voz viva, feita pelo Sumo Pontífice ao consagrante, se o próprio consagrante for um cardeal.

O dia em que a consagração deve ser realizada deve ser um domingo, ou o aniversário dos santos Apóstolos, ou mesmo um dia de festa, se o Sumo Pontífice o tiver permitido especificamente; e é conveniente que tanto o Consagrador quanto os Eleitos jejuem no dia anterior.

Se a consagração ocorrer fora da Cúria Romana, deverá ser celebrada na Igreja à qual o mais digno dos eleitos a ser consagrado foi promovido, ou em sua província, se isso for conveniente.

Na igreja onde a consagração ocorrerá, duas capelas são decoradas: a maior para o consagrador e a menor para os eleitos. Na capela maior, sobre o altar preparado, como é costume, haverá uma cruz ao centro e seis castiçais, ou pelo menos quatro. No chão, junto aos degraus do altar, estarão estendidos tapetes sobre os quais os eleitos se prostrarão; já o consagrador e os demais se ajoelharão.

Uma mesa de credência também é preparada em um local próximo e adequado para o Consagrador, sobre a qual haverá um pano limpo; dois castiçais; recipientes para lavar as mãos, com suas respectivas toalhas; um recipiente com água benta e uma bacia para aspersão; um incensário com uma barquinha, colher e incenso, se o Ofício for realizado com cânticos, caso contrário não; ampolas com vinho e água para o sacrifício; um cálice; vasos com as hóstias; migalhas de pão para enxugar as mãos; e o santo Crisma.

Da mesma forma, todas as vestes pontifícias, em uma cor apropriada ao tempo e ofício da Missa, a saber: sandálias, túnicas, alva, cinto, cruz peitoral, estola, túnica, dalmática, luvas, planetário, mitra banhada a ouro, anel pontifício, báculo pastoral, manípulo e braçadeira.

Da mesma forma, não apenas um faldistório decorado é preparado para o Consagrador, mas também outros que possam ser necessários para a entronização dos Eleitos ao final. Assentos também são preparados para os próprios Eleitos e para os dois Bispos que os auxiliam: Missal e livros pontifícios. O Consagrador deve ter pelo menos três Capelães com sobrepelizes e dois porta-escudos para a credência.

Na capela menor, destinada aos eleitos, que deve ser distinta da maior, prepara-se um altar com uma cruz e quatro, ou pelo menos dois, castiçais, e sobre ele são dispostos os textos abaixo, um para cada eleito, para que cada um tenha o seu próprio.

O Missal, a Parada Pontifícia e todas as vestes pontifícias de cor branca, conforme listado acima para o Consagrador; e além disso, uma capa de chuva branca para cada pessoa; e perto do altar, outra credência com um pano limpo, recipientes para lavar as mãos e migalhas de pão para enxugar as mãos e a cabeça.

Para cada um dos eleitos, são colocados oito pequenos panos feitos de duas hastes de linho fino, cortadas longitudinalmente ao meio, sendo dois com seis palmos de comprimento cada, e os outros seis do mesmo tamanho. E doze velas, ou pelo menos oito, cada uma pesando meio quilo, das quais seis ou quatro são colocadas no altar do consagrador, duas em sua credência e quatro ou duas no altar dos eleitos.

Anéis com pedras preciosas também devem ser dados para abençoar e para serem entregues aos eleitos; e pentes de marfim. E cada eleito deve ter para o ofertório duas intortitia, cada uma pesando quatro libras, dois pães grandes e dois barris de vinho; os pães e os barris devem ser adornados: dois, a saber, de prata, e dois de ouro, adornados de cada lado com a insígnia do consagrador, e com a sua própria, com um barrete ou cruz, ou uma mitra, de acordo com a posição e dignidade de cada um.

Deverão estar presentes pelo menos dois bispos auxiliares, trajados com um roquete, e se forem regulares, com uma sobrepeliz; um abade, com uma capa de chuva (que, juntamente com as outras vestes, deverá ser de uma cor apropriada à época e ao ofício da Missa), e uma mitra branca simples; e cada um deverá ter o seu próprio Pontifical, e dois capelães trajados com sobrepeliz.

Assim, na hora apropriada, o Consagrador, os Eleitos, os Bispos auxiliares e os demais que devam estar presentes na consagração reúnem-se na Igreja, e o Consagrador, após proferir uma oração diante do altar, sobe ao seu assento, se estiver em sua própria Igreja, ou dirige-se ao faldistório em sua capela, preparado próximo à corneta da Epístola, e ali se prepara como de costume. Os Eleitos, porém, juntamente com os Bispos auxiliares, dirigem-se à sua própria capela e ali vestem as vestes apropriadas, a saber: se for celebrada Missa, a batina, a alva, o cinto, a batina sacerdotal e a capa de chuva. Contudo, se for lido o Ofício Divino, podem, antes de vestirem as referidas vestes, calçar sandálias e ler o Salmo. Quão amados, etc. Os Bispos auxiliares também vestem suas próprias vestes nesse ínterim.

Quando todos estão prontos, o Consagrador aproxima-se do altar e senta-se no centro, no faldistório, de costas para o altar. Os consagrados, com seus barretes cobertos, são conduzidos assim preparados, para o centro, entre os bispos que os auxiliam, também preparados e mitrados; e quando chegam diante do Consagrador, com as cabeças descobertas, curvando-se profundamente, prestam-lhe reverência, enquanto os bispos que o auxiliam inclinam levemente suas cabeças mitradas em sua direção.

Em seguida, sentam-se em seus lugares diante do Consagrador, desta maneira: os eleitos de frente para o Consagrador, de modo que haja uma distância adequada entre eles e o próprio Consagrador. O bispo assistente mais antigo fica à direita dos eleitos, o mais novo à esquerda; contudo, de modo que os assistentes voltem seus rostos uns para os outros.

 Quando estiverem assim posicionados e tiverem descansado um pouco, levantam-se, os eleitos sem seus barretes e os bispos assistentes sem suas mitras, e o mais antigo dos assistentes, de frente para o Consagrador, diz:


Reverendissime pater, postulat sancta mater Ecclesia Catholica, ut hos praesentes Presbyteros ad onus Episcopatus sublevetis.

O celebrante diz:

 Habetis mandatum Apostolicum?

O assistente diz:

Habemus.

O celebrante prossegue:

 Legatur.

Inicia-se a leitura das Bulas de Nomeação.

 PIUS EPISCOPUS

SERVUS SERVORUM DEI
AD PERPETUA REI MEMORIAM

Sob o olhar eterno da Majestade Divina e sustentados pela autoridade apostólica confiada por Nosso Senhor Jesus Cristo ao Príncipe dos Apóstolos São Pedro e a seus legítimos sucessores, Nós, Romano Pontífice da Igreja Católica, fazemos saber a todos os fiéis, presentes e futuros, a decisão que livremente promulgamos para a honra da Igreja, defesa da fé e salvação das almas.

A Igreja, edificada sobre o fundamento dos Apóstolos e fortalecida continuamente pela ação do Espírito Santo, necessita de pastores sábios e vigilantes que conduzam o povo de Deus pelos caminhos da salvação eterna. Por essa razão, após ponderarmos diligentemente acerca das necessidades da Igreja e das virtudes demonstradas pelo Reverendíssimo Pe. Lucas Rhyan, julgamos ser ele digno de ser elevado à ordem episcopal.

Reconhecendo sua fidelidade à doutrina católica, sua dedicação ao altar do Senhor, seu zelo pastoral e sua disposição de servir integralmente à Santa Igreja, pela autoridade apostólica que Nos foi entregue por divina providência, DECLARAMOS, NOMEAMOS e CONSTITUIMOS o Reverendíssimo Mons. Lucas Rhyan como como Bispo-Auxiliar da Arquidiocese de Mariana, com todas as graças espirituais, direitos legítimos e obrigações inerentes ao ofício episcopal.

Receba, portanto, a missão de anunciar o Santo Evangelho, defender a integridade da fé, promover a disciplina eclesiástica, conservar a reverência devida à Sagrada Liturgia e conduzir o rebanho do Senhor com prudência, fortaleza e caridade pastoral.

Admoestamo-lo paternalmente a jamais se afastar da verdade católica, permanecendo unido à Sé Apostólica, perseverante na oração, constante na penitência e generoso no cuidado dos pobres, enfermos e abandonados.

Que sua vida episcopal seja espelho de santidade, exemplo para os sacerdotes e sinal visível da presença de Cristo Bom Pastor entre os homens. E que, sustentado pela graça divina, governe com justiça, mansidão e firmeza o povo que lhe for confiado.

Ordenamos que este Decreto seja guardado nos arquivos eclesiásticos competentes e produza todos os efeitos canônicos desde sua legítima promulgação, não obstante quaisquer disposições contrárias.


Dado e passado em Roma, aos onze dias do mês de maio, no Ano da Missão de dois mil e vinte e seis, segundo de nosso pontificado, durante o Jubileu Extraordinário de cinco anos de nossa comunidade.


✠ Pius Pp. II

Pontifex Maximus


 PIUS EPISCOPUS

SERVUS SERVORUM DEI
AD PERPETUA REI MEMORIAM

A Sé Apostólica, guardiã da unidade da fé e perpetuadora da missão confiada por Nosso Senhor Jesus Cristo ao Príncipe dos Apóstolos, reconhecendo a urgente necessidade de fortalecer o serviço pastoral junto aos fiéis do Patriarcado Latino de Jerusalém, e tendo considerado atentamente os méritos espirituais, a prudência e o espírito de dedicação eclesial manifestados no exercício do ministério sacerdotal, decidiu chamar a uma mais elevada missão aquele que demonstrou sincera fidelidade à Igreja e amor ao povo cristão.

Assim, por autoridade do Bem-Aventurado Apóstolo Pedro, de quem somos humildes sucessores, DECLARAMOS e NOMEAMOS o Monsenhor José Pedro como Bispo-Auxiliar do Patriarcado Latino de Jerusalém, confiando-lhe o encargo de cooperar no pastoreio do povo santo de Deus, promovendo a unidade, fortalecendo os vínculos de comunhão e sustentando os fiéis com a palavra da verdade e o exemplo de vida santa.

Concedemos-lhe autoridade para ensinar autenticamente a fé, governar o povo cristão que lhe for confiado e santificar os fiéis pelos sagrados mistérios, sempre em comunhão com esta Sé Apostólica e em obediência à disciplina universal da Igreja.

Que seja ele firme na verdade, incorruptível na moral, prudente no governo, misericordioso para com os necessitados e inabalável diante das perseguições e adversidades, lembrando-se continuamente de que o episcopado não é dignidade de glória terrena, mas sublime serviço de caridade e sacrifício.

Mandamos que todos os fiéis lhe prestem o respeito, a obediência e a comunhão devidas ao legítimo sucessor dos Apóstolos, para que a unidade da Igreja permaneça intacta e floresça abundantemente a vida cristã.

E para que esta Nossa decisão permaneça firme, estável e eficaz para sempre, determinamos a publicação desta Bula Apostólico, revogando qualquer disposição contrária.

Que seja sagrado por nós, diante do altar da Confissão na Basílica de São Pedro, recordando o compromisso para com o Sumo Pontífice e com a missão deste ano jubilar da missão.

Ordenamos que exerça este ministério com espírito de humildade, firmeza e sabedoria, guardando inviolável a doutrina católica, promovendo a dignidade da liturgia, defendendo a disciplina eclesiástica e conduzindo os fiéis pelo caminho da santidade, para que, iluminados pela graça divina, permaneçam firmes na esperança do Evangelho.

Concedemos ao referido eleito todas as faculdades próprias da dignidade episcopal, desejando que sua missão produza abundantes frutos espirituais em benefício da Igreja universal e particularmente daquela porção do povo de Deus agora confiada ao seu zelo pastoral.

Dado e passado em Roma, aos onze dias do mês de maio, no Ano da Missão de dois mil e vinte e seis, segundo de nosso pontificado, durante o Jubileu Extraordinário de cinco anos de nossa comunidade.



✠ Pius Pp. II

Pontifex Maximus


PIUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
AD PERPETUA REI MEMORIAM

Ao Reverendíssimo Monsenhor Gabriel Ghislieri, para perpétua memória do fato, nomeado por estas letras apostólicas, como Bispo Coadjutor da Arquidiocese de São Salvador da Bahia

A suprema missão confiada por Cristo Senhor ao Apóstolo Pedro exige que Nos empenhemos constantemente em prover as Igrejas particulares de pastores sábios, firmes na doutrina, íntegros nos costumes e ardorosos no zelo apostólico, para que o povo cristão seja conduzido com segurança pelos caminhos da verdade e da salvação.

Dirigindo, pois, Nosso olhar paterno à venerável Arquidiocese de São Salvador da Bahia, Primaz do Brasil, ilustre por sua história e pela fecundidade de sua tradição católica, e considerando os desafios pastorais próprios do presente tempo, julgamos oportuno oferecer-lhe auxílio episcopal diligente e seguro, capaz de fortalecer a vida espiritual, promover a reta disciplina e animar a missão evangelizadora da Igreja.

Por isso, após conveniente consulta e ouvido o parecer dos organismos competentes da Santa Sé, em plenitude de Nossa autoridade apostólica, nomeamos e constituímos Bispo Coadjutor da Arquidiocese de São Salvador da Bahia o Reverendíssimo Monsenhor Gabriel Ghislieri, sacerdote brasileiro incardinado na Diocese de Roma, homem de sólida formação teológica, reconhecida prudência pastoral e sincera dedicação à tradição litúrgica e espiritual da Igreja.

Entre os méritos que recomendam o eleito ao episcopado, recordamos com estima os anos em que exerceu seu ministério clerical junto à histórica comunidade de São João del-Rei, onde, antes do encerramento daquela obra eclesiástica recentemente determinado, distinguiu-se pelo amor à sagrada liturgia, pela fidelidade doutrinal e pela formação espiritual da juventude e das famílias cristãs. Tal experiência, marcada por provações e perseverança, amadureceu nele o espírito de sacrifício e a firmeza pastoral que agora julgamos preciosos para o serviço episcopal.

Concedemos ao eleito todos os direitos, faculdades e deveres próprios do ofício de Bispo Coadjutor, conforme as prescrições do Direito Canônico, devendo receber a ordenação episcopal no prazo estabelecido e emitir a profissão de fé e o juramento de fidelidade segundo as normas da Igreja.

Exortamos o clero, os religiosos e todos os fiéis da Arquidiocese de São Salvador da Bahia a acolherem com espírito filial e sincera caridade o novo Pastor que lhes enviamos, para que, unidos em Cristo, cooperem frutuosamente na edificação da Igreja e no testemunho do Evangelho.

Confiamos este Nosso venerável irmão eleito à proteção da Santíssima Virgem Maria, Mãe da Igreja, para que, sustentado pela graça divina, desempenhe seu ministério com fortaleza, prudência e ardente caridade pastoral.

Que seja sagrado por nós, diante do altar da Confissão na Basílica de São Pedro, recordando o compromisso para com o Sumo Pontífice e com a missão deste ano jubilar da missão.

Determinamos, ademais, que esta Carta Apostólica seja publicada e observada integralmente, não obstante quaisquer disposições em contrário.

Dado e passado em Roma, aos vinte e um dias do mês de maio, no Ano da Missão de dois mil e vinte e seis, segundo de nosso pontificado, durante o Jubileu Extraordinário de cinco anos de nossa comunidade.

✠Pius Pp. II

Então o tabelião do Consagrador, recebendo o mandato das mãos do bispo mais antigo presente, lê-o do início ao fim. Enquanto isso, todos se sentam, com a cabeça coberta. Após a leitura do mandato pelo tabelião,

o Celebrante diz:

Deo Gratias.


Ou, se a consagração for feita em virtude das cartas apostólicas, pelas quais a recepção do juramento a ser prestado pelos eleitos também é confiada ao consagrador, após a leitura das próprias cartas, antes que o consagrador diga o contrário; todos os eleitos, saindo de seus lugares, genuflectem diante do consagrador; e ele lê o juramento a ser prestado palavra por palavra, de acordo com o teor da referida comissão, desta maneira, a saber:

JURAMENTO

Ego N. Electus Ecclesiae N. ab hac hora in antea fidelis, et obediens ero beato Petro Apostolo, sanctaeque Romanae Ecclesiae et Domino nostro, Domino N. Papae N. suisque Successoribus canonice intrantibus.  Non ero in consilio, aut consensu, vel facto, ut vitam perdant, aut membrum, seu capiantur mala captione, aut in eos violenter manus quomodolibet ingerantur, vel injuriae aliquae inferantur, quovis quaesito colore.  Consilium vero, quod mihi credituri sunt, per se, aut Nuntios suos, seu litteras, ad eorum damnum, me sciente, nemini pandam.  Papatum Romunum, et Regalia sancti Petri, adjutor eis ero ad retinendum, et defendendum, salvo meo ordine, contra omnem hominem.  Legatum Apostolicae Sedis ineundo et redeundo honorifice tractabo, et in suis necessitatibus adjuvabo.  Jura, honores, privilegia, et auctoritatem sanctae Romanae Ecclesiae, Domini nostri Papae, et Successorum praedictorum, conservare, defendere, augere, et promovere curabo.  Neque ero in consilio, vel facto, seu tractatu, in quibus contra ipsum Dominum nostrum, vel eamdem Romanam Ecclesiam, aliqua sinistra, vel praejudicialia personarum, juris, honoris, status, et potestatis eorum machinentur.  Et si talia a quibuscumque tractari, vel procurari novero, impediam hoc pro posse: et quanto citius potero, significabo eidem Domino nostro vel alteri, per quem possit ad ipsius notitiam pervenire.  Regulas sanctorum Patrum, decreta, ordinationes seu dispositiones, reservationes, provisiones, et mandata Apostolica, totis viribus observabo, et faciam ab aliis observari.  Haereticos, schismaticos, et rebelles eidem Domino nostro, vel Successoribus praedictis, pro posse persequar, et impugnabo.  Vocatus ad synodum, veniam, nisi praepeditus fuero Canonica praepeditione.  Apostolorum limina singulis personaliter per me ipsum visitabo; et Domino nostro, ac Successoribus praefatis, rationem reddam de toto meo pastorali officio, ac de rebus omnibus ad meae Ecclesiae statum, ad cleri et populi disciplinam, animarum denique, quae meae fidei traditae sunt, salutem, quovis modo pertinentibus: et vicissim mandata Apostolica humiliter recipiam, et quam diligentissime exsequar.  Quod si legitimo impedimento detentus fuero, praefata omnia adimplebo per certum Nuntium ad hoc speciale mandatum habentem, de gremio mei Capituli, aut alium in dignitate ecclesiastica constitutum, seu alias personatum habentem: aut, his mihi deficientibus, per dioecesanum Sacerdotem; et clero deficiente omnino, per aliquem alium Presbyterum saecularem, vel regularem, spectatae probitatis, et religionis, de supradictis omnibus plene instructum.  De hujusmodi autem impedimento docebo per legitimas probationes ad sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem proponentem in Congregatione sacri Concilii, per supradictum Nuntium transmittendas.

Possessiones vero ad mensam meam pertinentes non vendam, nec donabo, neque impignorabo, nec de novo infeudabo, vel aliquo modo alienabo, etiam cum consensu Capituli Ecclesiae meae, inconsulto Romano Pontifice.  Et si ad aliquam alienationem devenero, poenas in quadam super hoc edita constitutione contentas, eo ipso incurrere volo.

O consagrador, segurando o livro dos Evangelhos aberto com ambas as mãos no colo, com a parte inferior do livro voltada para os eleitos, recebe deles a prestação deste tipo de juramento. E o primeiro a lê-lo, ainda de joelhos, e tocando o próprio texto dos Evangelhos com ambas as mãos, diz:


Sic me Deus adjuvet, et haec sancta Dei Evangelia.

Logo em seguida, todos os outros eleitos, um após o outro, ajoelharam-se da mesma forma e, tocando o livro como antes, juraram.

Et ego N. Electus Ecclesiae N. juro in omnibus, et per omnia, ut supra, in forma juramenti jam lecta, facere, et observare pro Ecclesia N. mihi commissa. Sic me Deus adjuvet, et haec sancta Dei Evangelia.

Então, e não antes, o Consagrador diz: 

Deo Gratias.

* A esta época de cada período de três anos estão vinculados todos os Patriarcas, Primazes, Arcebispos e Bispos da Itália, ou seja, aqueles provenientes das ilhas italianas, de onde é mais conveniente atravessar para a Itália: como os sicilianos, sardos, corsos e outros das províncias adjacentes da Itália, bem como da Dalmácia e da Grécia, que estão na região da própria Itália, e da costa da Sicília.

* No início de cada período de quatro anos, alemães, franceses, espanhóis, belgas, boêmios, húngaros, poloneses, ingleses, escoceses, ibéricos e todos os demais que se encontram na Europa além dos mares alemão e báltico, e em todas as ilhas do Mar Mediterrâneo.

* Durante o período de cada cinco anos, aqueles que estão dentro das fronteiras da Europa e mais distantes do que estas províncias, e também aqueles da África em frente às nossas costas, e as ilhas do oceano, do norte e oeste da Europa, e da África, além do continente do Novo Mundo, tanto os que estão lá agora como aqueles que em algum momento retornaram à fé católica pela misericórdia de Deus.

* Em cada década, asiáticos, e aqueles fora da Ásia, e em outras novas terras no Oriente, Sul, Ocidente e Norte, tanto em ilhas quanto em continentes, e finalmente existentes em qualquer parte do mundo.

Em seguida, os eleitos se levantam e, com os assistentes em seus lugares (como já foi dito), sentam-se com a cabeça coberta. O consagrador lê então, em voz inteligível, o seguinte exame, que deve sempre ser lido, como está, no singular. Os assistentes do bispo repetem em voz baixa tudo o que o consagrador disse, e todos devem então segurar suas mitras e permanecer sentados.

EXAMEN

Antiqua sanctorum Patrum institutio docet, et praecipit, ut is qui ad Episcopatus ordinem eligitur, antea diligentissime examinetur cum omni charitate, de fide sanctae Trinitatis: et interrogetur de diversis causis, et moribus, quae huic regimini congruunt, ac necessaria sunt retineri secundum Apostoli dictum: Manus nemini cito imposueris.  Et ut etiam is, qui ordinandus est, erudiatur, qualiter sub hoc regimine constitutum oporteat conversari in Ecclesia Dei; et ut irreprehensibiles sint, qui ei manus ordinationis imponunt.  Eadem itaque auctoritate et praecepto, interrogamus te, dilectissime frater, charitate sincera, si omnem prudentiam tuam, quantum tua capax est natura, divinae Scripturae sensibus accommodare volueris.

Então os eleitos se levantam um pouco, com a cabeça descoberta, e cada um, separadamente, responde sucessivamente:

Ita ex toto corde volo in omnibus consentire, et obedire.

E o mesmo será observado para todas as demais respostas subsequentes.

O Consagrador pergunta:

Vis ea, quae ex divinis Scripturis intelligis, plebem, cui ordinandus es, et verbis docere, et exemplis?

Eleitos:

 Volo. 

O Celebrante prossegue interrogando:

Vis traditiones orthodoxorum Patrum, ac Decretales sanctae et Apostolicae Sedis constitutiones veneranter suscipere, docere, ac servare?

 Eleitos:

 Volo.

O Celebrante prossegue:

Vis beato Petro Apostolo, cui a Deo data est potestas ligandi, ac solvendi; ejusque Vicario Domino nostro, Domino N. Papae N. suisque Successoribus, Romanis Pontificibus, fidem, subjectionem, et obedientiam, secundum canonicam auctoritatem, per omnia exhibere?

 Eleitos:

Volo.

O Celebrante prossegue:

Vis mores tuos ab omni malo temperare, et quantum poteris, Domino adjuvante, ad omne bonum commutare?

 Eleitos:

Volo.

O Celebrante prossegue:

Vis castitatem, et sobrietatem cum Dei auxilio custodire, et docere?

Eleitos:

Volo. 

O Celebrante prossegue:

Vis semper in divinis esse negotiis mancipatus, et a terrenis negotiis, vel lucris turpibus alienus quantum te humana fragilitas consenserit posse?

Eleitos:

Volo. 

O Celebrante prossegue:

Vis humilitatem, et patientiam in teipso custodire et alios similiter docere?

Eleitos:

Volo. 

O Celebrante prossegue:

Vis pauperibus, et peregrinis, omnibusque indigentibus esse propter nomen Domini affabilis, et misericors? 

Eleitos:

Volo.

Então o Consagrador lhe diz:

Haec omnia, et caetera bona tribuat tibi Dominus, et custodiat te, atque corroboret in omni bonitate.

Eleitos:

Amen.

O Celebrante prossegue interrogando, desta vez, com o credo:

Credis, secundum intellegentiam, et capacitatem sensus tui, sanctam Trinitatem, Patrem, et Filium et Spiritum Sanctum, unum Deum omnipotentem, totamque in sancta Trinitate Deitatem, coessentialem, consubstantialem, coaeternam, et coomnipotentem, unius voluntatis, potestatis, et majestatis, creatorem omnium creaturarum, a quo omnia, per quem omnia, et in quo omnia, quae sunt in coelo, et in terra, visibilia, et invisibilia, corporalia, et spiritualia?

Eleitos:

Assentio, et ita credo.

O Celebrante prossegue:

 Credis singulam quamque in sancta Trinitate personam unum Deum, verum, plenum, et perfectum?


O Celebrante prossegue:

Credis ipsum Filium Dei, Verbum Dei aeternaliter natum de Patre, consubstantialem, coomnipotentem et coaequalem per omnia Patri in divinitate, temporaliter natum de Spiritu Sancto ex Maria semper Virgine, cum anima rationali, duas habentem nativitates, unam ex Patre aeternam, alteram ex Matre temporalem, Deum verum, et hominem verum, proprium in utraque natura, atque perfectum, non adoptivum, nec phantasmaticum, sed unicum, et unum Filium Dei in duabus, et ex duabus naturis, sed in unius personae singularitate, impassibilem, et immortalem divininitate, sed in humanitate pro nobis, et pro salute nostra passum vera carnis passione, et sepultum, ac tertia die resurgentem a mortuis vera carnis resurrectione; die quadragesimo post resurrectionem cum carne, qua resurrexit, et anima ascendisse ad coelum, et sedere ad dexteram Patris; inde venturum judicare vivos, et mortuos; et redditurum unicuique secundum opera sua, sive bona fuerint, sive mala?

Eleitos:

Assentio, et ita per omnia credo.

O Celebrante prossegue:

Credis etiam Spiritum Sanctum, plenum, et perfectum, verumque Deum, a Patre et Filio procedentem, coaequalem, et coessentialem, coomnipotentem, et coaeternum per omnia Patri, et Filio?

Eleitos:

Credo.

O Celebrante prossegue:

Credis hanc sanctam Trinitatem, non tres Deos, sed unum Deum omnipotentem, aeternum, invisibilem, et incommutabilem?

Eleitos:

Credo.

O Celebrante prossegue:

Credis sanctam, catholicam, et apostolicam, unam esse veram Ecclesiam, in qua unum datur verum baptisma, et vera omnium remissio peccatorum?

Eleitos:

Credo.

O Celebrante prossegue:

Anathematizas etiam omnem haeresim, extollentem se adversus hanc sanctam Ecclesiam catholicam?

Eleitos:

Anathematizo.

O Celebrante prossegue:

Credis etiam veram resurrectionem ejusdem carnis, quam nunc gestas, et vitam aeternam?

Eleitos:

Credo.

O Celebrante prossegue:

Credis etiam novi, et veteris Testamenti, legis, et Prophetarum, et Apostolorum, unum esse auctorem Deum, ac Dominum omnipotentem?

Eleitos:

Credo.

O Celebrante diz:

Haec tibi fides augeatur a Domino, ad veram, et aeternam beatitudinem, dilectissime frater in Christo.

Eleitos:

Amen.

Concluído o exame, os bispos auxiliares mencionados conduzem os eleitos ao consagrador, diante do qual cada um dos que serão consagrados, ajoelhando-se sucessivamente, beija reverentemente a sua mão. Em seguida, o consagrador, após depositar a mitra, com os ministros voltando-se para o altar, realiza, da maneira usual, a confissão, permanecendo os eleitos um pouco atrás, à sua esquerda, e respondendo; e todos os bispos, de pé diante de seus lugares, fazem a confissão da mesma maneira com seus capelães. Feita a confissão, o consagrador sobe ao altar, beija-o, e o Evangelho é recitado na missa, e o altar é incensado, da maneira usual. Depois, ele retorna ao seu lugar, ou ao faldistório, e prossegue na missa até o Aleluia, ou o último versículo do Tracto, ou Sequência exclusiva.

Mas se a Missa estiver sendo lida, após beijar o altar e o Evangelho, e omitir o incenso, ele lê todas as coisas mencionadas anteriormente no altar, e quando estas forem ditas, quer a Missa esteja sendo lida ou cantada, ele retorna com sua mitra para se sentar no faldistorio, que é colocado para ele diante do meio do altar.

Os bispos presentes conduzem os eleitos à sua capela particular, onde, após deixarem de lado as capas de chuva, os acólitos, lendo os Salmos e as orações costumeiras, calçam sandálias, caso ainda não as tenham recebido. Em seguida, colocam-lhes uma cruz peitoral e ajustam-lhe uma estola, de modo que fique pendurada nos ombros. Depois, vestem uma túnica, dalmática, casula e manípulo: trajando essas vestes, aproximam-se do seu altar, entre os bispos presentes, onde permanecem no centro, e com a cabeça descoberta leem todo o Ofício da Missa, até o Aleluia, ou o último versículo do Tracto ou Sequência, com exceção do Ofício; e não se voltam para o povo ao dizerem: Dominus vobiscum, como é habitual em outras Missas.

Devido às ordenações dos bispos, o ofício do dia nunca é alterado; no entanto, após a coleta do dia para o ofício da Consagração, recita-se a coleta pelos eleitos, sob o título " Por nosso Senhor", etc.

Oração.

O celebrante diz:

Adesto supplicationibus nostris, omnipotens Deus, ut quod humilitatis nostrae gerendum est ministerio, tuae virtutis impleatur effectu.  Per Dominum nostrum Jesum, Christum Filium tuum, qui tecum vivit, et regnat in unitate Spiritus Sancti Deus, per omnia saecula saeculorum. 

O povo responde: 

Amen. 

Ao término do Gradual, se o Aleluia for recitado, ou após a recitação do Tracto ou Sequência até o último versículo, exclusivamente, o Consagrador aproxima-se do faldistório em frente ao centro do altar e senta-se ali com a mitra; mas os Bispos, auxiliando, conduzem novamente os Eleitos até o Consagrador, a quem os Eleitos, após retirarem seus barretes, inclinam profundamente a cabeça, prestando-lhes humilde reverência. Os Assistentes, por sua vez, inclinando-se levemente com suas mitras, também veneram o Consagrador. Então todos se sentam, como antes; e o Consagrador, sentado com a mitra, voltado para eles, diz:

Episcopum oportet judicare, interpretari, consecrare, ordinare, offerre, baptizare, et confirmare.

Então, com todos de pé, os eleitos tiram seus barretes; mas o consagrador e os assistentes, de pé com suas mitras, dizem ao povo:

O celebrante diz:

Oremus, fratres charissimi, ut his Electis utilitati Ecclesiae providens benignitas omnipotentis Dei gratiae suae tribuat largitatem.  Per Christum Dominum nostrum.

O povo responde:

Amen.

E logo o Consagrador se prostra diante de seu faldistório, e os Bispos que o auxiliam se prostram diante de seus assentos com suas mitras; mas os eleitos se prostram à esquerda do Consagrador; de modo, porém, que o primeiro deles fique mais próximo dele: os Ministros também, e todos os outros, genuflectem.

LADAINHA DE TODOS OS SANTOS

Em seguida, o cantor, ou, se o serviço for realizado por meio de leitura, o consagrador, inicia a ladainha: 


Então canta-se a ladainha.

Quando isso terminar, todos se levantam, e com o Consagrador de pé diante de seu faldistório com sua mitra, os eleitos se ajoelham diante dele.

Então o Consagrador, tendo tomado o livro dos Evangelhos, com a assistência dos Bispos, sem dizer nada, coloca-o aberto sobre o pescoço e os ombros do digno Eleito, de modo que a parte inferior do livro toque a nuca do Eleito, permanecendo a letra na parte inferior, a qual um dos Capelães do referido Eleito, ajoelhado atrás dele, sustenta continuamente até que o próprio livro seja entregue nas mãos do mesmo Eleito.

Em seguida, o consagrador e os assistentes do bispo tocam a cabeça da pessoa a ser consagrada com ambas as mãos, dizendo:

O celebrante diz para ambos:

Accipe Spiritum Sanctum.

E eles fazem e repetem isso individualmente, tanto no livro quanto na imposição das mãos e na pronúncia das palavras sobre cada Consagração.

Feito isso, o Consagrador, de pé, depõe a mitra e diz:

O Celebrante prossegue:

Propitiare, Domine, supplicationibus nostris, et inclinato super hos famulos tuos cornu gratiae sacerdotalis, bene + dictionis tuae in eos effunde virtutem.  Per Dominum nostrum Jesum Christum Filium tuum, qui tecum vivit, et regnat in unitate Spiritus Sancti Deus:
Então, estendendo as mãos diante do peito, ele diz:
Per omnia saecula saeculorum.

Eleitos:

Amen.

O Celebrante prossegue:

V. Dominus vobiscum.
R.
 Et cum spiritu tuo.
V. Sursum corda.
R.
 Habemus ad Dominum.
V. Gratias agamus Domino Deo nostro.
R. Dignum et justum est.

Vere dignum et justum est, aequum et salutare, nos tibi semper, et ubique gratias agere, Domine sancte, Pater omnipotens, aeterne Deus, honor omnium dignitatum, quae gloriae tuae sacris famulantur ordinibus.  Deus, qui Moysen famulum tuum secreti familiaris affatu, inter caetera coelestis documenta culturae, de habitu quoque indumenti sacerdotalis instituens, electum Aaron mystico amictu vestiri inter sacra jussisti, ut intelligentiae sensum de exemplis priorum caperet secutura posteritas, ne eruditio doctrinae tuae ulli deesset aetati.  Cum et apud veteres reverentiam ipsa significationum species obtineret, et apud nos certiora essent experimenta rerum, quam aenigmata figurarum.  Illius namque Sacerdotii anterioris habitus, nostrae mentis ornatus est, et Pontificalem gloriam non jam nobis honor commendat vestium, sed splendor animarum.  Quia et illa, quae tunc carnalibus blandiebantur obtutibus, ea potius, quae in ipsis erant, intelligenda poscebant.  Et idcirco his famulis tuis, quos ad Sacerdotii ministerum elegisti, hanc, quaesumus, Domine, gratiam largiaris; ut quidquid illa velamina in fulgore auri, in nitore gemmarum, et in multimodi operis varietate signabant, hoc in eorum moribus actibusque clarescat.  Comple in Sacerdotibus tuis ministerii tui summam, et ornamentis totius glorificationis instructos coelestis unguenti rore sanctifica.

INVOCAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

Se a Consagração ocorrer na Cúria Romana, o Subdiácono Apostólico, ou um dos Capelães Pontifícios, amarra a cabeça de cada eleito com uma das fitas mais compridas, dentre as oito mencionadas acima, e o Consagrador, de pé, de frente para o altar, inicia e imediatamente genuflecte, seguido pelos demais, pelo Hino:

Ao término da primeira estrofe, o Papa se levanta e se senta no faldistorio em frente ao centro do altar; ele pega a mitra; tira o anel e as luvas; pega o anel de volta, e os ministros colocam um brocado sobre ele.

Em seguida, ele mergulha o polegar direito no santo Crisma e unge a cabeça do ex-eleito, ajoelhado diante dele, formando primeiro o sinal da cruz sobre toda a coroa, depois ungindo o restante da coroa, dizendo entretanto:

O celebrante diz:

Ungatur, et consecratur caput tuum coelesti benedictione, in ordine Pontificali.

E, fazendo o sinal da cruz com a mão direita pela terceira vez sobre a cabeça dos eleitos, diz:

O celebrante prossegue:

In nomine Pa + tris, et Fi lii, et Spiritus Sancti.

Eleitos:

Amen.

O celebrante diz:

Pax tibi.

Eleitos:

Et cum spiritu tuo.

E Ele faz e repete isso singularmente na pessoa de cada um dos Escolhidos.

Após a unção, o sacerdote umedece o polegar com algumas migalhas de pão; e, terminando o hino mencionado, levanta-se, retirando a mitra; e continua com a mesma voz, com as mãos estendidas diante do peito, dizendo:

O celebrante diz:

Hoc, Domine, copiose in caput eorum influat; hoc in oris subjecta decurrat; hoc in totius corporis extrema descendat, ut tui Spiritus virtus et interiora eorum repleat, et exteriora circumtegat.  Abundet in eis constantia fidei, puritas dilectionis, sinceritas pacis.  Sint speciosi munere tuo pedes eorum ad evangelizandum pacem, ad evangelizandum bona tua.  Da eis, Domine, ministerium reconciliationis in verbo, et in factis, in virtute signorum et prodigiorum.  Sit sermo ejus, et praedicatio, non in persuasibilibus humanae sapientiae verbis, sed in ostensione spiritus et virtutis.  Da eis, Domine, claves regni coelorum ut utantur, non glorientur potestate, quam tribuis in aedificationem, non in destructionem.  Quodcumque ligaverint super terram, sit ligatum et in coelis; et quodcumque solverint super terram, sit solutum et in coelis.  Quorum retinuerint peccata, retenta sint, et quorum remiserint, tu remittas.  Qui maledixerit eis, sit ille maledictus, et qui benedixerit eis, benedictionibus repleatur.  Sint fideles servi, et prudentes, quos constituas tu, Domine, super familiam tuam, ut dent illis cibum in tempore opportuno, et exhibeant omnem hominem perfectum.  Sint sollicitudine impigri, sint spiritu ferventes, oderint superbiam, humilitatem ac veritatem diligant, neque eam umquam deserant, aut laudibus aut timore superati.  Non ponant lucem tenebras, nec tenebras lucem: non dicant malum bonum, nec bonum malum.  Sint sapientibus et insipientibus debitores; ut fructum de profectu omnium consequantur.  Tribuas eis, Domine, cathedram Episcopalem, ad regendum Ecclesiam tuam, et plebem sibi commissam.  Sis eis auctoritas, sis eis potestas, sis eis firmitas.  Multiplica super eos bene + dictionem et gratiam tuam: ut ad exorandam semper misericordiam tuam tuo munere idonei et tua gratia possint esse devoti.
Então, juntando as mãos, diz em voz baixa, lendo, para que os que estão ao seu redor possam ouvir:
Per Dominum nostrum Jesum Christum Filium tuum, qui tecum vivit, et regnat in unitate Spiritus Sancti Deus, per omnia saecula saeculorum.

O povo responde:

Amen.

Enquanto o celebrante unge a cabeça dos eleitos, entoa-se a antífiona de Unguentum in capite, etc.

A antífona começa antes do Salmo, e outro dos terços mais longos, dentre os oito mencionados acima, é colocado no pescoço de cada um dos eleitos. O consagrador senta-se; pega a mitra e, com os eleitos mais dignos ajoelhados diante dele, unge ambas as mãos unidas com o Crisma em forma de cruz, produzindo duas linhas com o polegar direito mergulhado; a saber, do polegar da mão direita ao indicador da esquerda, e do polegar da esquerda ao indicador da direita; e logo em seguida unge completamente as palmas das mãos dos eleitos, dizendo:

O celebrante prossegue:

Ungantur manus istae de oleo sanctificato, et Chrismate sanctificationis, sicut unxit Samuel David Regem, et Prophetam, ita ungantur, et consecrentur.

E, fazendo o sinal da cruz três vezes com a mão direita sobre as mãos dos eleitos, diz:

O celebrante prossegue:

In nomine Dei Pa + tris, et Fi + lii, et Spiritus + Sancti, facientes imaginem sanctae crucis Salvatoris nostri Jesu Christi, qui nos a morte redemit, et ad regna coelorum perduxit.  Exaudi nos, pie Pater omnipotens, aeterne Deus; et praesta, ut, quod te rogamus, exoremus.  Per eumdem Christum Dominum nostrum.  

Eleitos:

 Amen.

O celebrante continua, sentado:

Deus, et Pater Domini nostri Jesu Christi, qui te ad Pontificatus sublimari voluit dignitatem, ipse te Chrismate, et mysticae delibutionis liquore perfundat, et spiritualis bene + dictionis ubertate foecundet; quidquid bene dixeris, benedicatur; et quidquid sanctificaveris, sanctificetur; et consecratae manus istius, vel pollicis impositio cunctis proficiat ad salutem.

Eleitos:

 Amen.

Tendo-se preparado, o Consagrado junta as duas mãos, segurando a direita sobre a esquerda e colocando-as sobre o pequeno xale que pende do seu pescoço; e inclina-se para um lado.

Em seguida, os outros que serão consagrados aproximam-se um após o outro, e o Pontífice faz o mesmo com cada um deles, e repete o gesto.

Com as mãos ungidas, o consagrador umedece levemente o polegar com migalhas de pão; e, tendo depositado a mitra, levanta-se e, voltando-se para o altar, abençoa os báculos pastorais (se ainda não os tiverem sido abençoados), dizendo:

O celebrante diz:

Oremus.
Sustentator imbecillitatis humanae, Deus, bene + dic baculos istos; et quod in eo exterius designatur, interius in moribus horum famulorum tuorum, tuae propitiationis clementia, operetur.  Per Christum Dominum nostrum.

Eleitos:

 Amen.

Em seguida, ele os asperge com água benta.

Então, sentado, após receber a mitra, ele a entrega aos consagrados, que se curvam diante dele, cada um com seu próprio bastão, agora abençoado; e os consagrados o tomam e o seguram entre o dedo indicador e o dedo médio, sem separar as mãos: o consagrador dizendo a cada um individualmente, em sequência:

O celebrante prossegue:

Accipe baculum Pastoralis officii, ut sis in corrigendis vitiis pie saeviens, judicium sine ira tenens, in fovendis virtutibus auditorum animos demulcens, in tranquillitate severitatis censuram non deserens.

Eleitos:

 Amen.

Feito isso, com a mitra colocada, o consagrador se levanta novamente e, voltando-se para o altar, abençoa os anéis (se ainda não os tiverem sido abençoados), dizendo:

O celebrante prossegue:

 Oremus. Creator, et conservator humani generis, dator gratiae spiritualis, largitor aeternae salutis, tu, Domine, emitte bene + dictionem tuam super hos annulos; ut quicumque hoc sacrosanctae fidei signo insignitus incesserit, in virtute coelestis defensionis ad aeternam vitam sibi proficiat.  Per Christum Dominum nostrum.

O povo responde:

Amen.

Em seguida, ele asperge os anéis com água benta, senta-se com a mitra e, sozinho, coloca o anel no dedo anelar da mão direita de cada um dos Consagrados, um após o outro, dizendo a cada um:

O celebrante diz:

Accipe annulum, fidei scilicet signaculum: quatenus sponsam Dei, sanctam videlicet Ecclesiam, intemerata fide ornatus, illibate custodias.

Eleitos:

 Amen.

O Consagrador, auxiliado pelos Bispos Auxiliares, imediatamente toma o livro dos Evangelhos dos ombros do digno Consagrado e o entrega fechado a este, que o toca sem abrir as mãos, dizendo:

O celebrante prossegue:

 Accipe Evangelium, et vade, praedica populo tibi commisso; potens est enim Deus, ut augeat tibi gratiam suam, qui vivit et regnat in saecula saeculorum.

Eleitos:

 Amen.

Finalmente, o Consagrador recebe a pessoa consagrada mais digna com um beijo de paz; e os bispos que assistem fazem o mesmo, dizendo cada um à pessoa consagrada:

O celebrante diz:

 Pax tibi.

Eleitos:

Et cum spiritu tuo.

Após a consagração, cada consagrado se retira sucessivamente enquanto os ritos são repetidos para os demais. Em seguida, os novos bispos retornam à sua capela, onde limpam as mãos, arrumam os cabelos e novamente lavam as mãos. O consagrante lava as mãos no faldistório, recoloca as luvas e o anel e continua a Missa até o Ofertório.

No Ofertório, o consagrante senta-se diante do altar. Os consagrados vêm de sua capela com os bispos assistentes e, um por um, ajoelham-se diante dele, oferecendo duas velas acesas, dois pães e dois cálices com vinho, beijando-lhe reverentemente a mão.

Terminada a oferta, o consagrante retira anel e luvas, lava as mãos, retorna ao altar e continua a Missa. Os consagrados colocam-se no lado da Epístola e recitam a Missa juntamente com o consagrante. Para todos, consagra-se apenas uma hóstia e um cálice de vinho.

Após o Cânon e a oração pela oferta, o consagrante dá a paz aos consagrados e aos bispos assistentes. Na Comunhão, ele comunga primeiro e depois comunica os consagrados com o Corpo e o Sangue do Senhor.

Depois da purificação, os consagrados retornam aos seus lugares enquanto a Missa prossegue. Após a Pós-comunhão e a bênção final, o consagrante abençoa as mitras (se ainda não estiverem abençoadas) e as asperge com água benta para serem colocadas sobre a cabeça dos novos bispos.

SEGUNDA PARTE: SACRIFÍCIO
OFERTÓRIO
Preparação para o Sacrifício

Com o Ofertório, começa a segunda parte da Missa ou Sacrifício propriamente dito. O celebrante volta-se ao povo com esta saudação:

O celebrante diz:

Dominus Vosbiscum.

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.

OFERTÓRIO
(Sl 137, 7)

Dómine, Deus salútis meæ, in die clamávi et nocte coram te: intret orátio mea in conspéctu tuo, Dómine, allelúia.

Nas Missas solenes, enquanto o coro canta a antífona do Ofertório, o subdiácono leva para o altar o cálice e a patena com a hóstia, que o diácono apresenta ao celebrante. O acólito leva as galhetas com o vinho e a água. 

Oferecimento do pão:

Súscipe, sancte Pater, omnípotens æterne Deus, hanc immaculatám hóstiam, quam ego indígnus fámulus tuus óffero tibi, Deo meo vivo et vero, pro innumerabílibus peccátis, et offensiónibus, et negligéntiis meis, et pro ómnibus circumstántibus, sed et pro ómnibus fidélibus Christiánis vivis atque defúnctis: ut mihi, et illis profíciat ad salútem in vitam ætérnam. Amen.

Ao lado direito do altar, o celebrante deita vinho no cálice, a que mistura umas gotas de água, dizendo a seguinte oração:

Deus, + qui humánæ substántiæ dignitátem mirabíliter condidísti, et mirabílius reformásti: da nobis per hujus aquæ et vini mystérium, ejus divinitátis esse consórtes, qui humanitátis nostræ fíeri dignátus est párticeps, Jesus Christus Filius tuus Dóminus noster: Qui tecum vivit et regnat in unitáte Spíritus Sancti Deus: per ómnia sæcula sæculórum. Amen. 

No meio do altar, o celebrante faz o oferecimento do cálice:

Offérimus tibi, Dómine, cálicem salutáris, tuam deprecántes cleméntiam: ut in conspéctu divínæ maiestátis tuæ, pro nostra et totíus mundi salúte, cum odóre suavitátis ascéndat. Amen.

Depois, inclinando-se diz:

In spíritu humilitátis et in ánimo contríto suscipiámur a te, Dómine: et sic fiat sacrifícum nostrum in conspéctu tuo hódie, ut pláceat tibi, Dómine Deus.

Invocação do Espírito Santo:

Veni, Sanctificátor, omnípotens ætérne Deus: et bénedic + hoc sacrifícum, tuo sancto nómini præparátum. 

INCENSAÇÃO

Segue-se, nas Missas solenes, o rito da incensão. São incensadas primeiro as oblatas, depois a cruz, o altar, celebrante, ministros e fiéis.
BENÇÃO DO INCENSO:

Per intercessiónem beati Michaëlis archangeli, stantis a dextris altáris incénsi, et ómnium electórum suórum, incénsum istud dignétur Dóminus bene+dícere, et in odórem suavitátis accípere. Per Christum Dóminum nostrum. Amen.

O celebrante incensa primeiro as oblatas: 

Incénsum istud, a te benedíctum, ascéndat ad te, Dómine, et descéndat super nos misericórdia tua.

Em seguida incensa a cruz e o altar, dizendo entretanto os seguintes versículos, tirados do Salmo 140:

Dirigátur, Dómine, orátio mea, sicut incénsum in conspéctu tuo: elevátio mánuum meárum sacrifícium vespertínum. Pone, Dómine, custódiam ori meo, et óstium circumstántiæ lábiis meis: ut non declínet cor meum in verba malítiæ, ad excusándas excusatíones in peccátis.

O celebrante entrega o turíbulo ao diácono, dizendo:

R. Accéndat in nobis Dóminus ignem sui amóris, et flammam ætérne caritatis. Amen

O diácono incensa o celebrante, e depois o clero. Nas Missas de defuntos, é incensado só o celebrante.

LAVABO

O lavar as mãos simboliza a pureza da alma, necessária para oferecer o santo Sacrifício. O celebrante vai à direita do altar e lava as mãos, dizendo entretanto os seguintes versículos do salmo 25:

Lavábo inter innocéntes manus meas: et circúmdabo altáre tuum, Dómine. Ut aúdiam vocem láudis: et enárrem univérsa mirabíla tua. Dómine, diléxi decórem domus tuæ: et locum habitatiónis glóriæ tuæ. Ne perdas cum ímpiis, Deus, ánimam meam: et cum viris sánguinum vitam meam. In quorum mánibus iniquitátes sunt: déxtera eórum repléta est munéribus. Ego autem in innocéntia mea ingréssus sum: rédime me, et miserére mei. Pes meus stetit in dirécto: in ecclésiis benedícam te, Dómine. Glória Patri, et Filio, et Spirítui Sancto. Sicut erat in princípio, et nunc, et semper: et in sæcula sæculórum. Amen.

Nas Missas de defuntos e do Tempo da Paixão omite-se o Gloria Patri. 

Oração à Santíssima Trindade

Inclinado, ao meio do altar, o celebrante diz:

Súscipe, sancta Trínitas, hanc oblatiónem, quam tibi offérimus ob memóriam passiónis, resurrectíonis, et ascensíonis Jesu Christi, Dómini nostri, et in honórem beátæ Maríæ semper Vírginis, et beáti Ioánnis Baptístæ, et sanctórum apostolórum Petri et Pauli, et istórum, et ómnium Sanctórum: ut illis profíciat ad honórem, nobis autem ad salútem: et illi pro nobis intercédere dignéntur in cælis, quorum memóriam ágimus in terris. Per eúmdem Christum Dóminum nostrum. Amen.

Voltando-se para a assistência, o celebrante convida-a a orar com ele: 

Orate Frates

O celebrante diz:

Oráte fratres, ut meum ac vestrum sacrifícium acceptábile fiat apud Deum Patrem omnipoténtem.

O povo responde:

Suscípiat Dóminus sacrificíum de mánibus tuis ad laudem et glóriam nóminis sui, ad utilitátem quoque nostram, totiúsque Ecclésiæ suæ sanctæ.

SECRETA

O celebrante diz:

 Ut accépta tibi sint, Dómine, nostra ieiúnia: præsta nobis, quǽsumus; huius múnere sacraménti purificátum tibi pectus offérre. Per D. N.

O povo responde:

Amen.

CÂNON

Oblação do Sacrifício
O Cânon constitui a parte central da Missa. Com o Prefácio, começa a grande
, a solene oração sacerdotal da Igreja e oblação propriamente dita do Sacrifício. Curto diálogo introdutório entre o celebrante e a assembléia desperta nas almas os sentimentos de ação de graças que convêm à celebração dos santos mistérios.

O Celebrante prossegue:

V. Dominus vobiscum.
R.
 Et cum spiritu tuo.
V. Sursum corda.
R.
 Habemus ad Dominum.
V. Gratias agamus Domino Deo nostro.
R. Dignum et justum est.

PREFÁCIO DA SANTÍSSIMA TRINDADE

Diz-se nas festas e nas Missas votivas da SS. Trindade ; em todos os Domingos do ano, menos nas festas que tiverem próprio:

O Celebrante prossegue:

Vere dignum et justum est, æequum et salutáre, nos tibi semper et ubíque grátias ágere : Dómine sancte, Pater omnípotens, ætérne Deus : Qui cum unigénito Filio tuo et Spiritu Sancto unus es Deus, unus es Dóminus : non in uníus singularitáte persónae, sed in uníus Trinitáte substántiae. Quod enim de tua glória, revelánte te, crédimus, hoc de Fílio tuo, hoc de Spíritu Sancto sine differéntia discretiónis sentímus. Ut in confessióne verae sempiternaéque Deitátis, et in persónis propríetas, et in esséntia únitas, et in majestáte adorétur aequálitas. Quam laudant Angeli atque Archángeli, Chérubim quoque ac Séraphim: qui non cessant clamáre quotídie, una voce dicéntes:

Sanctus, Sanctus, Sanctus, Dóminus Deus Sábaoth. Pleni sunt cæli et terra glória tua. Hosanna in excélsis. Benedíctus qui venit in nómine Dómini. Hosánna in excélsis.

Continuação do Cânon

O celebrante, profundamente inclinado, beija o altar e continua a grande oração sacerdotal.

Te igitur, clementíssime Pater, per Jesum Christum Fílium tuum, Dóminum nostrum, súpplices rogámus ac pétimus, uti accépta hábeas, et benedícas, hæc + dona, hæc + múnera, hæc sancta + sacrifícia illibáta; 

Oração por toda a Igreja, em especial pela hierarquia:

O celebrante diz:

In primis, quæ tibi offérimus pro Ecclésia tua sancta cathólica: quam pacificáre, custódire, adunáre et régere dignéris toto orbe terrárum: una cum fámulo tuo Papa nostro N. et Antístite nostro N. et ómnibus orthodóxis, atque cathólicæ et apostólicæ fídei cultóribus.

O celebrante diz:

Meménto, Dómine, famulórum, famularúmque tuárum N. et N. et ómnium circumstántium, quórum tibi fides cógnita est, et nota devótio, pro quibus tibi offérimus: vel qui tibi ófferunt hoc sacrificium laudis pro se, suísque ómnibus: pro redemptióne animárum suárum, pro spe salútis, et incolumitátis suæ: tibíque reddunt vota sua ætérno Deo, vivo et vero.

Estendendo as mãos sobre as oblatas, o celebrante diz:

 O celebrante diz:

 Hanc igitur oblatiónem servitutis nostræ, sed et cunctæ familiæ tuæ, quæsumus, Dómine, ut placátus accípias: diésque nostros in tua pace dispónas, atque ab ætérna damnatióne nos éripi, et in electórum tuórum iúbeas grege numerári. Per Christum Dóminum nostrum. Amen.

O celebrante abençoa as oblatas dizendo:

 O celebrante diz:

 Quam oblatiónem tu, Deus, in ómnibus, quæsumus, + benedíctam, adscríptam, + ratam, rationábilem, acceptabilémque fácere dignéris: ut nóbis Corpus, et + Sanguis fiat dilectíssimi Fílii tui Dómini nostri Iesu Christi.

CONSAGRAÇÃO

Inclina-se sobre o altar, e profere as palavras da consagração da Hóstia. Em seguida adora-a, e eleva-a aos olhos dos assistentes, para que todos a adorem em silêncio. O mesmo faz, depois, para a consagração do Cálice.

 O celebrante diz:

Qui pridie quam paterétur, accépit panem in sanctas ac venerábiles manus suas, et elevátis óculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipoténtem, tibi grátias agens, bene+díxit, fregit, dedítque discípulis suis, dicens:

Consagração do Cálice:

 O celebrante prossegue:

Símili modo postquam cænátum est, accípiens et hunc præclárum cálicem in sanctas ac venerábiles manus suas: item tibi grátias agens, bene+díxit, dedítque discipulis suis, dicens: 

O celebrante continua depois as orações do Cânon:

 O celebrante diz:

Unde et mémores, Dómine, nos servi tui sed et plebs tua sancta, eiúsdem Christi Fílii tui Dómini nostri, tam beatæ Passiónis, nec non et ab ínferis Resurrectiónis, sed et in cælos gloriósæ Ascensiónis: offérimus præcláræ maiestáti tuæ de tuis donis ac datis, hóstiam+ puram, hóstiam + sanctam, hóstiam + immaculátam, Panem + sanctum vitæ ætérnæ, et Cálicem + salútis perpétuæ.

Supra quæ propítio ac seréno vultu respícere dignéris; et accépta habére, sícuti accépta habére dignatus es múnera puéri tui iusti Abel, et sacrifícium Patríarchæ nostri Abrahæ: et quod tibi óbtulit summus sacérdos tuus

Melchísedech, sanctum sacrifícium, immaculátam hóstiam.

Profundamente inclinado, o celebrante diz:  

 O celebrante diz: 

Súpplices te rogámus, omnípotens Deus, jube hæc perférri per manus sancti Angeli tui in súblime altare tuum, in conspéctu divínæ maiestátis tuæ: ut quoquot ex hac altáris participatióne sacrosánctum Fílii tui + Corpus, et + Sanguinem sumpsérimus, omni benedictióne cælesti et grátia repleámur. Per eumdem Christum Dóminum nostrum. Amen.

 O celebrante prossegue:

Meménto étiam, Dómine, famulórum famularúmque tuárum N. et N. qui nos præcessérunt cum signo fídei, et dórmiunt in somno pacis.

Ipsis, Dómine, et ómnibus in Christo quiescéntibus, locum refrigérii, lucis et pacis, ut indúlgeas , deprecámur. Per eúmdem Christum Dóminum nostrum. Amen.

O celebrante bate no peito, dizendo:

 O celebrante diz: 

Nobis quoque peccatóribus fámulis tuis, de multitúdine miseratiónum tuárum sperántibus, partem áliquam, et societátem donáre dignéris, cum tuis sanctis Apóstolis et Martyribus: cum Ioánne, Stéphano, Matthía, Barnaba, Ignátio, Alexándro, Marcellíno, Petro, Felicitáte, Perpétua, Agatha, Lúcia, Agnéte, Cæcília, Anastásia, et ómnibus Sanctis tuis: intra quorum nos consórtium non æstimátor mériti, sed véniæ, quæsumus, largítor admítte. Per Christum Dóminum nostrum. Amem.

Per quem hæc ómnia Dómine, semper bona creas, + sanctíficas, + vivificas, + benedícis, et præstas nobis.  

DOXOLOGIA FINAL

 O celebrante diz: 

PER + IPSUM, ET CUM + IPSO, ET IN + IPSO, EST TIBI DEO PATRI + OMNIPOTÉNTI, IN UNITÁTE SPÍRITUS + SANCTI, OMNIS HONOR ET GLÓRIA.
O celebrante termina em voz alta:
PER ÓMNIA SÆCULA SÆCULÓRUM

O povo responde:

Amen.

 COMUNHÃO
Participação no Sacrifício

Terminado o Cânon, o celebrante diz em voz alta:

O celebrante diz: 

Orémus.Præceptis salutáribus móniti, et divína institutióne formáti, audemus dícere: 

Pater noster, qui es in cælis:  Sanctificétur nomen tuum: Advéniat regnum tuum: Fiat volúntas tua, sicut in cælo, et in terra.  Panem nostrum quotidiánum da nobis hódie: Et dimítte nobis débita nostra,  sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris. Et ne nos inducas in tentatiónem,

O povo responde:

Sed líbera nos a malo. 

O celebrante diz Amen em voz baixa, e continua:

O celebrante prossegue:

Líbera nos, quæsumus, Dómine, ab ómnibus malis, prætéritis, præséntibus, et futúris: et intercedénte beáta et gloriósa semper Vírgine Dei Genitríce María, cum beátis Apóstolis tuis Petro et Paulo, atque Andréa, et ómnibus Sanctis, da propítius pacem in diébus nostris: ut ope misericórdiæ tuæ adiutí, et a peccáto simus semper líberi, et ab omni perturbatióne secúri. Per eúmdem Dóminum nostrum Jesum Christum, Fílium tuum. Qui tecum vivit et regnat in unitáte Spíritus Sanctis Deus,
Per ómnia sǽcula sæculórum.

O povo responde:

Amen.

Fração da Hóstia

O celebrante parte a Hóstia ao meio, de uma das partes tira um pequeno fragmento que deita no preciosíssimo Sangue, traçando antes, com ele, sobre o Cálice, três vezes, o sinal da cruz, e dizendo:

O celebrante diz: 

Pax + Dómini + sit simper + vobiscum.  

O povo responde:

Et cum spíritu tuo.

O celebrante prossegue:

Hæc commíxtio et consecrátio Córporis et Sánguinis Dómini nostri Jesu Christi fiat accipiéntibus nobis in vitam ætérnam. Amen.

AGNUS DEI

O celebrante bate três vezes no peito, dizendo:

Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: Miserére nobis.

Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: Miserére nobis.

 Agnus Dei, qui tollis peccata mundi: Dona nobis pacem. 

Inclinado, recita a oração seguinte, pela paz da Igreja, depois da qual se dá, nas Missas solenes, o ósculo da paz. O celebrante dá-o ao diácono, este ao subdiácono, o qual o transmite ao clero presente. Na Quinta-feira Santa, diz-se das três vezes: miserere nobis. - Nas Missas de Defuntos diz-se: Dona eis requiem; à terceira vez: dona eis requiem sempiternam. Não se bate no peito. 

Dómine Jesu Christe, qui dixísti Apóstolis tuis: Pacem relínquo vobis, pacem meam do vobis: ne respícias peccáta mea, sed fidem Ecclésiæ tuæ: eámque secúndum voluntátem tuam pacificáre et coadunáre dignéris: qui vivis et regnas Deus, per ómnia sæcula sæculórum. Amen.

Preparação para a Comunhão 

Inclinado sobre o altar, o celebrante recita as duas orações seguintes, como preparação imediata para a Comunhão:

Dómine Jesu Christe, Fili Dei vivi, qui ex voluntáte Patris, cooperánte Spíritu Sancto, per mortem tuam mundum vivificásti: líbera me per hoc sacrosánctum Corpus et Sánguinem tuum ab ómnibus iniquitátibus meis, et univérsis malis: et fac me tuis semper inhærére mandátis, et a te numquam separári permíttas. Qui cum éodem Deo Patre et Spíritu Sancto vivis et regnas Deus in sæcula sæculórum. Amen.

Percéptio Córporis tui, Dómine Jesu Christe, quod ego, indignus súmere præsúmo, non mihi provéniat in judícium et condemnatiónem; sed pro tua pietáte prosit mihi ad tutaméntum mentis et córporis, et ad medélam percipiéndam. Qui vivis et regnas cum Deo Patre in unitáte Spíritus Sancti Deus, per ómnia sæcula sæculórum. Amen.

Comunhão do celebrante

O celebrante genuflecte e pegando depois na sagrada Hóstia, diz:

Panem cæléstem accípiam, et nomen Dómini invocabo.

Em seguida bate três vezes no peito, dizendo:  

Dómine, non sum dignus, ut intres sub tectum meum: sed tantum dic verbo, et sanábitur anima mea.

Faz sobre si o sinal da cruz com a sagrada Hóstia, antes de a comungar: 

Corpus Dómini nostri Jesu Christi custodiat + ánimam meam in vitam ætérnam. Amen. 

Recolhe-se por uns instantes, e depois recita os seguintes versículos: 

Quid retríbuam Dómino pro ómnibus quæ retríbuit mihi? Cálicem salutáris accípiam, et nomen Dómini invocábo.Laudans invocábo Dóminum, et ab inimicis meis salvus ero.

Toma o preciosíssimo Sangue, fazendo antes sobre si o sinal da cruz, dizendo: 

Sánguis Dómini nostri Jesu Christi + custódiat ánimam meam in vitam ætérnam. Amen. 

Comunhão dos fiéis

Os fiéis, ou o acólito por eles, recitam o CONFITEOR.

O povo diz:

Confiteor Deo omnipotenti,  beatæ Mariæ semper Virgini, beato Michæli Archangelo, beato Joanni Baptistæ, sanctis Apóstolis Petro et Paulo, omnibus Sanctis, et tibi, pater:  quia peccavi nimis cogitátione, verbo, et ópere:  mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa. Ideo precor beatam Mariam semper Virginem, beatum Michælem Archangelum,  beatum Joannem Baptistam, sanctos Apóstolos Petrum et Paulum, omnes Sanctos, et te, pater, orare pro me ad Dóminum Deum nostrum.

Voltando-se para os fiéis, o celebrante diz: 

O celebrante diz:

Misereatur vestri omnípotens Deus, et dimissis peccatis vestris, perducat vos ad vitam ætérnam.

O povo responde:

Amen.

 O celebrante prossegue:

 Indulgéntiam, + absolutiónem, et remissiónem peccatórum nostrorum, tríbuat nobis omnípotens et miséricors Dominus:

O povo responde:

Amen.

O celebrante volta-se para o altar, genuflecte e voltando-se pra os assistentes ergue a Hóstia, dizendo:

O celebrante diz:

Ecce Agnus Dei, ecce qui tollit peccata mundi.

O povo responde:

Dómine, non sum dignus, ut intres sub tectum meum: sed tantum dic verbo, et sanábitur anima mea.(repete 3x vezes)

Dirigindo-se à mesa de comunhão diz a cada um dos comungantes:

Corpus Dómini nostri Jesu Christi + custódiat ánimam tuam in vitam ætérnam. Amen.

ABLUÇÕES

O celebrante purifica primeiro o cálice e depois os dedos, e toma as abluções. Entretanto vai dizendo:

Quod ore súmpsimus, Dómine, pura mente capiámus, et de múnere temporáli fiat nobis remédium sempitérnum.

Corpus tuum, Dómine, quod sumpsi, et Sanguis, quem potávi, adhæreat viscéribus meis: et præsta; ut in me non remáneat scélerum mácula, quem pura et sancta refecérunt Sacraménta. Qui vivis et regnas in sæcula sæculórum. Amen

Purifica o cálice e deixa-o, coberto, no meio do altar. Nas Missas solenes, é o subdiácono quem purifica o cálice e o leva para a credencia. 

ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Jo 3, 8)

Spíritus, ubi vult, spirat: et vocem eius audis, allelúia, allelúia: sed nescis, unde véniat aut quo vadat, allelúia, allelúia, allelúia.

O celebrante passa para o lado direito do altar, e recita a antífona da Comunhão.

O celebrante diz:

 Dóminus vobíscum.

O povo responde:

 Et cum spíritu tuo.

PÓS-COMUNHÃO

À Pós-comunhão principal da Missa podem, em certos casos, como para a Colecta, juntar-se outras.

O celebrante diz:

Prǽbeant nobis, Dómine, divínum tua sancta fervórem: quo eórum páriter et actu delectémur et fructu. Per D.N.

O povo responde:

Amen. 

Despedida

O celebrante volta ao meio do altar, beija-o, e, voltando-se para os fiéis saúda-os:

O celebrante diz:

Dóminus vobiscum

O povo responde:

 Et cum spíritu tuo.

O celebrante finaliza:

Ite, Missa est.

Voltando-se para o altar, recita a seguinte oração

Pláceat tibi, sancta Trínitas, obséquium servitútis meæ: et præsta, ut sacrifícium quod óculis tuæ maiestátis indígnus óbtuli, tibi sit acceptábile, mihique, et ómnibus pro quibus illud óbtuli, sit, te miserante, propitiábile. Per Christum Dóminum nostrum. Amen.

Beija o altar, volta-se para a assistência, e dá a bênção, dizendo:

O celebrante diz:

Benedicat vos omnípotens Deus: Pater, et Filius, + et Spíritus Sanctus.

O povo responde:

Amen. 

PARTE FINAL
SAGRAÇÃO EPISCOPAL

Após a bênção, o faldistório é colocado em frente ao centro do altar, e o consagrador senta-se sobre ele com sua mitra. Os consagrados, segurando uma pequena birreta na cabeça, genuflectem diante dele.

Então o Consagrador, tendo depositado a mitra, levanta-se; e voltando-se para o altar, abençoa as mitras, se ainda não o tiverem sido abençoadas, dizendo:

O celebrante diz:

Oremus.
Domine Deus, Pater omnipotens, cujus praeclara bonitas est, et virtus immensa, a qua omne datum optimum et omne donum perfectum, totiusque decoris ornamentum, bene + dicere, et sancti + ficare dignare has mitras horum famulorum tuorum Antistitum capitibus imponendas.  Per Christum Dominum nostrum.

O povo responde:

Amen. 

E logo em seguida ele os asperge com água benta.

Então, sentado com sua mitra, auxiliado pelos bispos presentes, ele coloca a sua própria sobre a cabeça de cada um dos consagrados, dizendo a cada um:

O celebrante prossegue:

Imponimus, Domine, capiti hujus Antistitis et agonistae tui galeam munitionis et salutis, quatenus decorata facie, et armato capite, cornibus utriusque Testamenti terribilis appareat adversariis veritatis; et, te ei largiente gratiam, impugnator eorum robustus exsistat, qui Moysi famuli tui faciem ex tui sermonis consortio decoratam, lucidissimis tuae claritatis ac veritatis cornibus insignisti: et capiti Aaron Pontificis tui tiaram imponi jussisti.  Per Christum Dominum nostrum.

Os Eleitos respondem:

Amen. 

 Então, se as luvas não tiverem sido abençoadas, o Consagrador se levanta, retira a mitra e as abençoa, dizendo:

O celebrante prossegue:

Oremus.
Omnipotens Creator, qui homini ad imaginem tuam condito manus discretionis insignitas, tamquam organum intelligentiae, ad recte operandum dedisti: quas servari mundas praecepisti, ut in eis anima digne portaretur, et tua in eis digne consecrarentur mysteria, bene + dicere, et sancti + ficare dignare manuum haec tegumenta; ut quicumque ministrorum tuorum sacrorum Pontificum his velare manus suas cum humilitate voluerit, tam cordis, quam operis ei munditiam tua misericordia subministret.  Per Christum Dominum nostrum. 

Os Eleitos respondem:

Amen. 

E ele os asperge com água benta.

Em seguida, o anel pontifício é retirado para cada pessoa consagrada. O consagrador senta-se e, tomando a mitra, auxiliado pelos bispos presentes, coloca-a, agora abençoada, sobre as mãos de cada pessoa consagrada, dizendo a cada uma:

O celebrante diz:

Circumda, Domine, manus hujus ministri tui munditia novi hominis, qui de coelo descendit, ut quemadmodum Jacob dilectus tuus, pelliculis hoedorum opertis manibus, paternam benedictionem, oblato patri cibo, potuque gratissimo, impetravit, sic et iste, oblata per manus suas hostia salutari, gratiae tuae benedictionem impetrare mereatur.  Per Dominum nostrum Jesum Christum Filium tuum, qui in similitudinem carnis peccati tibi pro nobis obtulis semetipsum.

Os Eleitos respondem:

Amen. 

E imediatamente ele coloca o anel pontifício sobre eles. Então o Consagrador se levanta, e os ministros os colocam no meio do altar, acima da faldistória. Ele toma o Consagrado pela mão direita; e o primeiro dos bispos presentes o toma pela esquerda e o entroniza, se isso for feito na Igreja própria do Consagrado mais digno, na sé episcopal habitual; mas se eles o entronizarem, ele deverá ser colocado sentado na faldistória da qual o Consagrador se levantou; mas os demais Consagrados são colocados da mesma maneira pelo Consagrador e pelo primeiro Assistente para se sentarem em outra faldistória; e somente o Consagrador entrega a cada um deles o báculo pastoral em sua mão esquerda.

Então, de frente para o altar, o Consagrador, após posicionar sua mitra, começa a se levantar, e os demais continuam até o fim:

TE DEUM

Quando o hino começa, os consagrados são conduzidos pelos bispos assistentes, com suas mitras, através da igreja, e abençoam a todos; o consagrador, por sua vez, permanece no mesmo lugar junto ao altar, sem mitra. Mas quando os consagrados chegam ao seu assento e à faldistória, respectivamente, sentam-se novamente até que o hino mencionado termine; os assistentes retiram suas mitras e ficam de pé junto ao consagrador.

Ao término do Hino, o Consagrador, de pé sem mitra no altar à direita do Consagrado, ou seja, no canto do Evangelho, com o rosto voltado para o povo, diz: ou, se o Ofício estiver sendo cantado, ele inicia, seguido pelo coro, a Antífona

E toda a antífona é repetida; quando termina, o consagrador diz:

O Celebrante diz:

 V. Domine, exaudi orationem meam.
R. Et clamor meus ad te veniat.
V. Dominus vobiscum.
R. Et cum spiritu tuo.

Oremus.
Deus, omnium fidelium pastor, et rector, hos famulos tuos, quos Ecclesiae tuae praeesse voluisti, propitius respice: da eis, quaesumus, verbo et exemplo, quibus praesunt proficere; ut ad vitam, una cum grege sibi credito, perveniant sempiternam.  Per Christum Dominum nostrum. 

O povo responde:

Amen.

Tendo dito isso, o Consagrador, com a cabeça descoberta, permanece junto à ponta do altar do Evangelho, perto do qual os Assistentes também permanecem sem mitra.

As pessoas consagradas se levantam, e enquanto os ministros retiram a faldistória do meio do altar, o mais digno dentre eles se aproxima com mitra e báculo pastoral diante do meio do altar, voltado para ele, e fazendo um sinal com o polegar da mão direita diante do peito, diz: 

O Celebrante diz:

V. Sit nomen Domini benedictum.
R. Ex hoc nunc et usque in saecula.

Então, fazendo o sinal da cruz da testa ao peito, ele diz:

O Celebrante prossegue:

V. Adjutorium nostrum in nomine Domini.
R. Qui fecit coelum et terram.

Então, erguendo e juntando as mãos, e inclinando a cabeça, ele diz:

O Celebrante diz:

Benedicat vos omnipotens Deus.

Pa + ter, et Fi lius, et Spiritus Sanctus. 

O povo responde:

Amen.

Os demais consagrados, sucessivamente após ele, fazem o mesmo; e depois que todos abençoaram o povo da mesma maneira e forma, o consagrador recebe a mitra, permanecendo de pé junto à cornija do Evangelho com o rosto voltado para a cornija da Epístola, junto à qual os assistentes também permanecem com mitras; mas os consagrados, após a bênção ter sido dada, aproximam-se da cornija da Epístola do altar, e ali cada um deles, separadamente dos outros, ajoelhando-se com mitra e báculo, voltados para o consagrador, dizem em canto:

Ad multos annos.
Então, aproximando-se do centro do altar, onde novamente, ajoelhando-se como antes, ele diz, cantando mais alto:
Ad multos annos.
Em seguida, ele se aproxima dos pés do Consagrador, onde, genuflectindo pela terceira vez, como acima, ele diz novamente, cantando mais alto: 
Ad multos annos.

E imediatamente o Consagrador o recebe de pé com um beijo de paz; e os assistentes do Bispo fazem o mesmo.

Após cada um deles ter cumprido devidamente esses rituais, os bispos, auxiliando os consagrados, caminham com a mitra e o báculo pastoral, recitando o Evangelho de São João: " No princípio era o Verbo", etc., depois de prestarem reverência à cruz sobre o altar, conduzindo-se uns aos outros pelo meio, retornam à sua capela. Mas o consagrador, após ter dado o ósculo da paz, como já foi dito, aos consagrados, diz em voz baixa: "


ÚLTIMO EVANGELHO

O celebrante passa para o lado esquerdo do altar e recita, como último Evangelho, o princípio do Evangelho de S. João (que se omite na Quinta-feira Santa e na Vigília pascal).

O Celebrante diz:

Dóminus Vobiscum

O povo responde:

Et cum spiritu tuo 

 O celebrante prossegue:

+ Inítium sancti Evangélii secundum Joannem.  

O povo responde:

Glória tibi, Dómine.  

O Celebrante diz:

In princípio erat Verbum et Verbum erat apud Deum, et Deus erat Verbum. Hoc erat in princípio apud Deum. Omnia per ipsum facta sunt, et sine ipso factum est nihil quod factum est; in ipso vita erat, et vita erat lux hóminum; et lux in ténebris lucet, et ténebræ eam non comprehendérunt.

Fuit homo missus a Deo, cui nomen erat Joannes. Hic venit in testimónium, ut testimóonium perhibéret de lúmine, ut omnes créderent per illum. Non erat ille lux, sed ut testimónium perhibéret de lúmine.

Erat lux vera quæ illúminat omnem hóminem veniéntem in hunc mundum. In mundo erat, et mundus per ipsum factus est et mundus eum non cognóvit. In própria venit, et sui eum non recepérunt. Quotquot autem recepérunt eum, dedit eis potestátem fílios Dei fiéri; his qui credunt in nómine ejus, qui non ex sanguínibus, neque ex voluntáte carnis, neque ex voluntáte viri, sed ex Deo nati sunt: ET VERBUM CARO FACTUM EST(todos se ajoelham): et habitávit in nobis: et vidimus glóriam ejus, glóriam quasi Unigéniti a Patre, plenum grátiæ et veritátis  

O povo responde:

Deo gratias 

Ele assina o altar e a si mesmo e, tendo reverenciado a cruz da mesma forma, coloca as vestes sagradas no assento ou púlpito.

Entretanto, tanto o Consagrador quanto o Consagrado, ao mesmo tempo que retiram suas vestes sagradas, recitam em voz baixa a Antífona dos Três Meninos e o Cântico da Bênção, etc.

Finalmente, os consagrados, aproximando-se do consagrador, agradecem a ele e aos seus assistentes, como é costume, e todos partem em paz.

Quando o eleito é consagrado Patriarca ou Arcebispo , a forma supracitada é observada em todos os aspectos; porém, por esse tipo de consagração, ele não assume o título de Patriarca ou Arcebispo, que lhe é atribuído apenas pela tradição do Pálio, até o qual ele é chamado de eleito, mesmo após a referida consagração, como será dito adiante. Mas o eleito como Bispo, quando é consagrado pela primeira vez, é chamado de Bispo, não de Eleito.

No aniversário da consagração de um bispo, celebra-se a missa conforme o Missal Romano.

ORAÇÕES NO FIM DA MISSA

De joelhos diante do altar, o celebrante diz com os fiéis as seguintes preces prescritas pelo papa Leão XIII e por Pio XI enriquecidas de indulgências (10 anos). Este último papa mandou se rezassem pela conversão da Rússia.

O celebrante diz: 

AVE MARIA, gratia plena, Dominus tecum, benedicta tu in mulieribus et benedictus fructis ventris tui, Jesus. Sancta Maria, Mater Dei, ora pro nobis peccatoribus, nunc et in hora mortis nostræ. Amen.
(3x vezes)

SALVE REGINA, Mater misericordiæ, vita, dulcedo, et spes nostra, salve. Ad te clamamus, exsules filii Evæ. Ad te suspiramus gementes et fientes in hac lacrymarum valle. Eia ergo, Advocata nostra, illos tuos misericordes oculos ad nos converte. Et Jesum, benedictum fructum ventris tui, nobis, post hoc exilium, ostende. O clemens, o pia, o dulcis Virgo Maria. Ora pro nobis, sancta Dei Genitrix. Ut digni efficiamur promissionibus Christi.

O celebrante prossegue:

Oremus. 

Deus, refugium nostrum et virtus, populum ad te clamantem propitius respice; et intercedente gloriosa, et immaculata Virgine Dei Genitrice Maria, cum beato Joseph, ejus Sponso, ac beatis Apostolis tuis Petro et Paulo, et omnibus Sanctis, quas pro conversione peccatorum, pro libertate et exaltatione sanctæ Matris Ecclesiæ, preces effundimus, misericors et benignus exaudi. Per eundum Christum Dominum nostrum. Amen.  

Sancte Michæl Archángele, defende nos in proelio; contra nequitiam et insidias diaboli esto præsidium. Imperet illi Deus, supplices deprecamur: tuque, Princeps militiæ cælestis, satanam aliosque spiritus malignos, qui ad perditionem animarum pervagantur in mundo, divina virtute in infernum detrude.

São Pio X acrescentou a seguinte jaculatória:

V. Cor Jesu sacratíssimum.
 R. Miserére nobis. 
(3x vezes)

SUMOS PONTÍFICES