RITO DE IMPOSIÇÃO DE BARRETE DE MONSENHOR
AOS
REVERENDÍSSIMOS PADRES JOSÉ LUCAS E FELIPE JOSÉ
PRESIDIDA POR SUA SANTIDADE REVERENDÍSSIMA
PAPA PIO II
EM FÁTIMA
O celebrante, revestido de vestes corais e estola dourada. O presbítero cujo barrete receberá, revestido com vestes corais do grau: batina violácea com debruns vermelhos, sobrepeliz e manteleta, no entanto, sem o barrete.
Se houverem demais clérigos presentes, estes poderão portar vestes corais ou a batina talar, como de preferência.
Formada a procissão, adentram a Capela e fazendo vênia ao altar seguem para seus respectivos lugares.
℣.: A paz de nosso senhor Jesus, o amor do pai, e a comunhão do Espírito Santo esteja convosco!
A assembleia responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
LEITURA DAS LETRAS APOSTÓLICAS E JURAMENTO
℣.: Que sejam lidas as Letras Apostólicas!
Um dos presentes toma a Bula Apostólica e a lê:
PIUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
AD PERPETUA REI MEMORIAM
Breve Apostolicum "Ecclesiae Filiis"
do Papa Pio II
Concedendo a Condecoração ao título de Monsenhor Capelão de Sua Santidade
A Providência Divina, que incessantemente vela pela Santa Igreja de Cristo, suscita em todos os tempos ministros diligentes e fiéis, os quais, pela integridade da doutrina, pela reta observância e pelo ardor no serviço eclesial, tornam-se dignos de singular reconhecimento por parte desta Sé Apostólica.
Entre os graves cuidados de Nosso ministério petrino, temos por justo distinguir aqueles que, no exercício do sacerdócio e da vida religiosa, resplandecem pelo zelo pastoral, pela fidelidade à Igreja e pela edificação do povo cristão.
Assim, após madura consideração e movidos por benevolência apostólica, pelo teor desta Carta e pela plenitude de Nossa autoridade, concedemos o título e a dignidade de Monsenhor Capelão de Sua Santidade aos amados filhos:
Padre José Lucas, do Clero do Patriarcado de Lisboa, servindo sob a invocação de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal;
Frei Felipe José, Frade Superior da Ordem dos Frades Menores Conventuais e Clero da Arquidiocese de Olinda e Recife, Primaz do Brasil.
Concedemos-lhes, por esta mesma autoridade apostólica, todas as honras, prerrogativas e distinções próprias desta dignidade, segundo os costumes legítimos e as determinações da Santa Igreja Romana.
Desejamos ainda que tão elevada distinção lhes seja não apenas ornamento de honra, mas estímulo contínuo à humildade, à pureza dos costumes, ao amor da disciplina eclesiástica e ao mais fervoroso serviço de Cristo Senhor e de Sua Esposa Imaculada.
E para que este Nosso decreto permaneça firme, estável e inviolável em todos os tempos, mandamos expedir a presente Carta Apostólica, munida da autoridade de Nosso nome e confirmada pelo selo do Pescador.
Dado e passado em Roma, junto ao túmulo do Bem-aventurado Apóstolo Pedro, aos onze dias do mês de maio, no Ano da Missão de dois mil e vinte e seis, segundo de Nosso Pontificado, durante o Jubileu Extraordinário pelos cinco anos de nossa comunidade.
✠Pius Pp. II
Pontifex Maximus
Finda a leitura, o Chanceler mostra as Letras Apostólicas à assembleia, que responde.
℟.: Graças a Deus!
Se oportuno, o celebrante pode dizer algumas palavras.
O celebrante, sentado na Cátedra, convida aquele presbítero que receberá o título de Monsenhor a ficar em pé diante dele, e interroga-o,
℣.: Reverendíssimos Padres, a Santa Igreja vos confia e afirma a continuar na missão que já prometestes e iniciou quando fostes ordenados presbíteros.
Prometes vos empenhar para conservar e expandir o tesouro da fé, cooperando com a Igreja em Minecraft na missão de evangelizar e santificar, colaborando com seus colégios, prelados, superiores e fiéis?
℟.: Sim, prometo.
℣.: Prometes edificar a Igreja, corpo de Cristo, e permanecer em unidade com o Colégio dos Bispos, sob a autoridade do sucessor do Apóstolo Pedro?
℟.: Sim, prometo.
℣.: Prometes respeito, obediência e reverência a mim?
℟.: Sim, prometo.
℣.: Prometem manter-se firmes na missão sacerdotal à frente de tal ministério, contribuindo para a difusão da palavra de Deus e celebrando o Santo Sacrifício?
℟.: Sim, prometo.
℣.: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza sempre mais à perfeição.
O presbítero se aproxima do celebrante, ajoelhando-se a sua frente.
O celebrante, tomando o barrete, impõe ao presbítero, dizendo:
℣.: Symbolum igitur recognitionis vocationis vestrae sacerdotalis accipitis, ita fidem vestram in Christum, lapidem angularem, confirmantes.
Imposto o barrete, o monsenhor ainda de joelhos, o celebrante se levanta e estende as mãos sobre ele:
℣.: Oremus.
Domine Deus noster, per effusionem Spiritus Sancti, perge gratias tuas effundere super hunc servum tuum, qui in prima acie ministerii sui sacerdotalis est, ad perpetuam aedificationem Sanctae Ecclesiae tuae et Sancti Sacrificii tui.
Per Christum Dominum nostrum.
℟.: Amém.
O monsenhor se levanta e recebe das mãos do celebrante a Bula de nomeação e o cumprimenta.
℣.: Pax sit semper Vobiscum!
℟.: Et cum Spiritu tuo!
Apresentando o monsenhor à assembleia, o celebrante o saúda. Se oportuno, os demais clérigos presentes o cumprimentam.
Após a apresentação, todos vão em direção a sacristia para paramentar-se para a santa missa.
