LIVRETO CELEBRATIVO
NÓS IREMOS A TI!
PROFESSANDO TODOS UMA SÓ FÉ
NÓS IREMOS A TI!
ARMADOS COM A FORÇA QUE VEM DO SENHOR
NÓS IREMOS A TI!
SOB O IMPULSO DO ESPÍRITO SANTO
NÓS IREMOS A TI!
IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!
COM OS ROMEIROS DE NOSSA SENHOR
NÓS IREMOS A TI!
COM OS NOSSOS IRMÃOS SOFREDORES
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE SOBEM AO ALTAR
NÓS IREMOS A TI!
COM OS PADRES QUE PARTEM EM MISSÃO
NÓS IREMOS A TI!
IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!
DE NOSSAS FAZENDAS E NOSSAS CIDADES
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS MONTANHAS E NOSSAS BAIXADAS
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS CABANAS E POBRES FAVELAS
NÓS IREMOS A TI!
DE NOSSAS ESCOLAS E NOSSOS TRABALHOS
NÓS IREMOS A TI!
IGREJA SANTA, TEMPLO DO SENHOR
GLÓRIA A TI, IGREJA SANTA, Ó CIDADE DOS CRISTÃOS
QUE TEUS FILHOS HOJE E SEMPRE VIVAM TODOS COMO IRMÃOS!
A Providência Divina, que governa a Santa Igreja com sabedoria e firmeza através dos séculos, jamais deixa de suscitar pastores prudentes e zelosos para conduzirem o povo de Deus pelos caminhos da fé, da caridade e da unidade. Em cada tempo, o Senhor chama homens de reconhecida virtude, reta doutrina e fidelidade ao Sucessor de Pedro, para que assumam encargos mais elevados em benefício da Igreja e para maior glória do Seu Santíssimo Nome.
Contemplando, pois, as necessidades espirituais dos fiéis confiados ao Patriarcado de Lisboa e considerando a importância histórica, religiosa e pastoral daquela venerável Sé Patriarcal, que ao longo dos meses se distinguiu pela firme adesão à Sé Apostólica, pela propagação da fé católica e pelo testemunho de numerosos santos e missionários, julgamos oportuno prover-lhe um Pastor que possa continuar tão nobre legado.
Tendo diante dos olhos as qualidades humanas, espirituais e pastorais de Vossa Eminência Reverendíssima, bem conhecidas por Nós e por esta Sé Apostólica; reconhecendo vosso zelo apostólico, vossa dedicação à Igreja, vossa fidelidade à Cátedra de São Pedro e os abundantes frutos produzidos por vosso ministério em favor do povo cristão; movidos pela plenitude de Nossa Autoridade Apostólica, amadurecida a decisão em oração e após madura reflexão,
NOMEAMOS, CONSTITUÍMOS E PROCLAMAMOS Vossa Eminência Reverendíssima, Dom Luiz Henrique Cardeal Parolin, Patriarca do Patriarcado de Lisboa, conferindo-vos todos os direitos, prerrogativas, honras, dignidades e responsabilidades inerentes a tão elevado ofício.
Determinamos igualmente que a cidade de Leiria-Fátima permaneça em plena comunhão e estreita colaboração pastoral com o Patriarcado, fortalecendo os laços espirituais que unem aquelas terras abençoadas pela graça divina e pela singular proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria.
Confiamos a vosso cuidado paterno o clero, os religiosos, as religiosas e todos os fiéis que compõem a porção do povo de Deus entregue ao vosso governo, para que, por meio de vosso ministério, sejam fortalecidos na fé católica, perseverem na unidade da Igreja e cresçam continuamente na santidade de vida.
Exortamos, ademais, ao novo Patriarca que conserve viva a memória e honre dignamente o ministério de Sua Majestade Eminentíssima, Dom Pedro VI, Cardeal-Rei, cuja dedicação ao serviço da Igreja, zelo pela reta doutrina, amor à liturgia sagrada, defesa das tradições católicas e empenho na promoção da unidade eclesial constituem exemplo digno de imitação para as presentes e futuras gerações.
Que Vossa Eminência procure dar continuidade às obras iniciadas sob seu governo, promovendo a evangelização, fortalecendo a formação do clero, incentivando as vocações sacerdotais e religiosas, favorecendo a dignidade do culto divino e cultivando o espírito de comunhão entre todos os membros da Igreja.
Desejamos igualmente que, sob vosso pastoreio, floresçam ainda mais a devoção à Santíssima Virgem Maria, especialmente sob a invocação de Nossa Senhora de Fátima, a vida sacramental, a caridade para com os necessitados e o ardor missionário que sempre distinguiu aquelas terras cristãs.
Rogamos ao Príncipe dos Apóstolos, São Pedro, ao glorioso Patriarca São José, aos santos padroeiros de Portugal e à Virgem Santíssima de Fátima que vos assistam abundantemente no exercício deste encargo, concedendo-vos sabedoria, fortaleza, prudência e perseverança.
Que o vosso ministério patriarcal seja fonte de unidade, instrumento de paz, testemunho de fidelidade e ocasião de abundantes graças para todo o povo cristão.
℟.: Graças a Deus.
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
℣.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
OVELHAS QUE ESTÃO SEM PASTOR;
EU AS TRAREI COM CARINHO
DE VOLTA, SEM FOME OU TEMOR!
NOS MEUS OMBROS, OVELHAS FERIDAS
SEM DOR PODERÃO DESCANSAR.
DEVOLVEREI OS SEUS CAMPOS,
DAREI NOVAMENTE A PAZ.
SOU REI, SOU O BOM PASTOR!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.
MAUS PASTORES QUE PERDEM OVELHAS
DISTANTES DE MIM OS TEREI;
NOUTRAS PASTAGENS SEGURAS,
PASTORES FIÉIS CHAMAREI.
NOVO REINO FAREI DO MEU POVO,
REBANHO SEM MAIS OPRESSÃO:
TODOS SERÃO CONDUZIDOS
À VIDA POR MINHAS MÃOS!
VINDE AO BANQUETE QUE VOS PREPAREI,
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.
SOU A PORTA SEGURA DO APRISCO,
REBANHO FELIZ EU FAREI:
DE TODO O MAL E INJUSTIÇA,
OVELHAS EU DEFENDEREI.
MERCENÁRIOS QUE FOGEM PRA LONGE,
DEIXANDO O REBANHO AO LÉU,
NÃO TERÃO PARTE COMIGO,
NO REINO QUE VEM DO CÉU.
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.
E OUTRO CAMINHO SEGUIR,
DEIXO O REBANHO SEGURO
E VOU PROCURAR A INFELIZ.
AO TRAZÊ-LA HAVERÁ ALEGRIA
E OS ANJOS DO CÉU VÃO CANTAR:
SERÁ A FESTA DA VOLTA,
REBANHO VAI SE ALEGRAR.
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.
EU CONHEÇO AS OVELHAS QUE TENHO
E TODO O REBANHO, MINHA VOZ.
SE CHAMO, ENTÃO, PELO NOME
A OVELHA OUVIRÁ BEM VELOZ.
BUSCAREI OS CORDEIROS DISTANTES
QUE EM MIM TERÃO FORÇA E AMOR.
FAREI SOMENTE UM REBANHO,
E EU MESMO SEREI PASTOR.
E FOME JAMAIS TEREIS!
A QUEM VAMOS, Ó SENHOR ?
SÓ TU TENS PALAVRAS DE VIDA
E TE DÁS EM REFEIÇÃO.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Pres.: O Senhor te cobrirá com sua sombra, sob suas asas encontrarás abrigo.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
℣.: Ide em paz, e glorificai o Senhor com vossa vida.
℟.: Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

