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Livreto Celebrativo | Solenidade | Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria

 


LIVRETO CELEBRATIVO 

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA 

XVII.AUGUSTI.MMXXV


RITOS INICIAIS


CANTO DE ENTRADA


Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.


ANTÍFONA DE ENTRADA 

(Cf. Ap 12, 1)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

Um grande sinal apareceu no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. 


SAUDAÇÃO


Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.: A graça e a paz daquele que é, que era e que vem, estejam convosco.

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.


ATO PENITENCIAL


Pres.: Irmãos, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.


Após um momento de silêncio:

Pres.: Senhor, que viestes ao mundo para nos salvar, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


Pres.: Cristo, que continuamente nos visitais com a graça do vosso Espírito, tende piedade de nós.

℟.: Cristo, tende piedade de nós.


Pres.: Senhor, que vireis um dia para julgar as nossas obras, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

℟.: Amém.


GLÓRIA 

Canta-se ou recita-se o hino Glória a Deus nas alturas.


GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS, 

E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS. 

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, 

NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS, NÓS VOS ADORAMOS, 

NÓS VOS GLORIFICAMOS, NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO DE DEUS,

SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI: 

VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE DE NÓS; 

VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA; 

VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS. 

SÓ VÓS SOIS O SANTO; SÓ VÓS, O SENHOR; 

SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO; O SALVADOR;

COM O ESPÍRITO SANTO, NA GLÓRIA DE DEUS PAI.

À SANTÍSSIMA TRINDADE DEMOS GLÓRIA PARA SEMPRE. AMÉM.


Ou, para a recitação:

Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!


ORAÇÃO COLETA


Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:

Deus eterno e todo-poderoso, que elevastes à glória do céu em corpo e alma a imaculada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, dai-nos viver sempre atentos às coisas do alto para merecermos participar de sua glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

℟.: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA 

PRIMEIRA LEITURA 

(Ap 11, 19a)


Leitor:Leitura do Livro do Apocalipse de São João 

Abriu-se o Templo de Deus que está no céu e apareceu no Templo a arca da Aliança. Então apareceu no céu um grande sinal: uma Mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas. Então apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão, cor de fogo. Tinha sete cabeças e dez chifres e, sobre as cabeças, sete coroas. Com a cauda, varria a terça parte das estrelas do céu, atirando-as sobre a terra. O Dragão parou diante da Mulher, que estava para dar à luz, pronto para devorar o seu Filho, logo que nascesse. E ela deu à luz um filho homem, que veio para governar todas as nações com cetro de ferro. Mas o Filho foi levado para junto de Deus e do seu trono. A mulher fugiu para o deserto, onde Deus lhe tinha preparado um lugar. Ouvi então uma voz forte no céu, proclamando: “Agora realizou-se a salvação, a força e a realeza do nosso Deus, e o poder do seu Cristo”.


Leitor: Palavra do Senhor.

℟.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL 

Sl 44(45)


℟.: À vossa direita se encontra a rainha, com veste esplendente de ouro de Ofir.


As filhas de reis vêm ao vosso encontro, e à vossa direita se encontra a rainha com veste esplendente de ouro de Ofir. ℟.:

Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: “Esquecei vosso povo e a casa paterna! Que o Rei se encante com vossa beleza! Prestai-lhe homenagem: é vosso Senhor! ℟.:

Entre cantos de festa e com grande alegria, ingressam, então, no palácio real”. ℟.:


SEGUNDA LEITURA 

(1Cor 15, 20-27a)


Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios

Irmãos: Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram. Com efeito, por um homem veio a morte e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos. Como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos reviverão. Porém, cada qual segundo uma ordem determinada: Em primeiro lugar, Cristo, como primícias; depois, os que pertencem a Cristo, por ocasião da sua vinda. A seguir, será o fim, quando ele entregar a realeza a Deus-Pai, depois de destruir todo principado e todo poder e força. Pois é preciso que ele reine até que todos os seus inimigos estejam debaixo de seus pés. O último inimigo a ser destruído é a morte. Com efeito, “Deus pôs tudo debaixo de seus pés”.


Leitor: Palavra do Senhor.

℟.: Graças a Deus.


EVANGELHO

(Lc 1, 39-56)


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:

℣.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.


O diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

℟.: Glória a vós, Senhor.


Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

℣.: Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu". Então Maria disse: "A minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu salvador, porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque o Todo-Poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. Encheu de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias. Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre". Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.

℣.: Palavra da Salvação.

℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.


HOMILIA 

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.


PROFISSÃO DE FÉ

(Símbolo Apostólico)


Pres.: Professemos a nossa fé.

Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Vhirghem Maria, padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.


ORAÇÃO DOS FIÉIS


Pres.: Irmãs e irmãos: Neste dia em que toda a Igreja se alegra com o triunfo da Virgem Santa Maria, oremos a Deus, por intercessão da cheia de graça, dizendo com alegria:

Ass.: Interceda por nós a Virgem cheia de graça.


1. Pelas Igrejas do Norte e do Sul, para que Deus Pai as encha dos seus dons e faça chegar os seus fiéis à glória eterna, oremos, por intercessão da Vhirghem Maria.

2. Pelos chefes de Estado e responsáveis públicos, para que Deus dirija os seus corações na realização da sua vontade e no serviço de todos, oremos, por intercessão da Vhirghem Maria.

3. Por nós próprios e por todos os ausentes, para que Deus nos dê a graça de ser simples e de imitar a humildade da Mãe de Jesus, oremos, por intercessão da Vhirghem Maria.

4. Pelos defuntos da nossa comunidade que puseram em prática a palavra de Deus, para que contemplem o rosto de Cristo na eternidade, oremos, por intercessão da Vhirghem Maria.


Pres.: Ouvi, Deus de bondade, as nossas súplicas e fazei-nos entrar na glória eterna, onde já se encontra a Mãe do vosso Filho, elevada ao Céu em corpo e alma. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass.: Amém.


LITURGIA EUCARÍSTICA


PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS


Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.


CONVITE À ORAÇÃO


Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS


Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Suba até vós, Senhor, a oferenda de nossa devoção e, pela intercessão da Santíssima Virgem Maria, elevada ao céu, os nossos corações, inflamados por vosso amor, se orientem continuamente para vós. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.


PREFÁCIO DA SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE MARIA


Pres: O Senhor esteja convosco 

℟.: Ele está no meio de nós 

Pres: Corações ao alto 

℟.: O nosso coração está em Deus 

Pres: Demos graças ao Senhor nosso Deus 

℟.: É nosso dever e nossa salvação 


Pres: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Hoje a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada ao céu. Sinal de inabalável esperança e consolo para o povo peregrino, ela é primícia e imagem da Igreja chamada à glória, pois não quisestes que sofresse a corrupção do sepulcro aquela que gerou, de modo inefável, o vosso Filho feito homem, autor de toda a vida. Por isso, unidos aos coros dos anjos, vos louvamos, cantando (dizendo) a uma só voz:


SANTO


℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do Universo! O Céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA III


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:

Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 

Une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres.: Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.


Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.


Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.

℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!


Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

℟.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.

℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!


2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Pio e o nosso Bispo N., com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!


3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.


DOXOLOGIA


Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

O povo aclama:

℟.: Amém.


ORAÇÃO DO SENHOR


Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!


O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

℟.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

℟.: O amor de Cristo nos uniu.


SAUDAÇÃO DA PAZ


Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.

E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.

 

FRAÇÃO DO PÃO


Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.


℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.


Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.


O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.


Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.



CÂNTICO DE COMUNHÃO 

(Quando teu pai revelou)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

℣.: Todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque o Poderoso fez em mim grandes coisas.


Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO


Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Pres.: Oremos.

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:

Ó Senhor, a comunhão do vosso sacramento, que acabamos de receber, nos salve e nos confirme na luz da vossa verdade. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.


RITOS FINAIS


BÊNÇÃO FINAL 


Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:


Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.


O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.


Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:

Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

SUMOS PONTÍFICES