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Livreto Celebrativo | Reabertura e Posse Canônica Canônica de Dom José Delgado como Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Aparecida | Apresentação do Bispo Coadjutor Dom Carlos Henrique

 


LIVRETO CELEBRATIVO | REABERTURA E POSSE DE DOM JOSÉ DELGADO COMO ARCEBISPO METROPOLITANO DA ARQUIDIOCESE METROPOLITANA DE APARECIDA | APRESENTAÇÃO DO BISPO COADJUTOR DOM CARLOS HENRIQUE


A não ser que se encontre legitimamente impedido, o promovido ao múnus de Bispo diocesano deve tomar posse canônica da sua diocese, Ⓗ dentro de dez dias a contar da recepção das Letras Apostólicas, se ainda não tiver sido ordenado Bispo; se já tiver sido ordenado, dentro de sete dias a contar da sua recepção.


Se o Bispo for ordenado na sua própria igreja catedral, toma posse da diocese com o rito da ordenação, no qual são apresentadas e lidas as Letras Apostólicas e o ordenado se senta na sua cátedra. 


Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja, ou não receber a ordenação na sua igreja catedral, toma posse da diocese, dentro do prazo estabelecido pelo direito, com o rito da recepção, como adiante se descreve. Nestes casos, o Bispo pode, por justa causa, tomar posse da sua diocese por meio de procurador. É contudo, preferível que o Bispo tome posse pessoalmente.


RECEPÇÃO DO BISPO NA SUA IGREJA CATEDRAL


Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja ou não tiver recebido a ordenação episcopal na sua igreja catedral, convocada a comunidade diocesana, far-se-á a recepção com a celebração da Missa estacional, quando pela primeira vez entra na sua Igreja.


RECEPÇÃO NA PORTA DA IGREJA


O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.


Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 


MISSA


Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.


ANTÍFONA DE ENTRADA


Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:

℣.: Ó nações, escutai a palavra do Senhor e levai-a até os confins da terra: Eis que chega o nosso Salvador, não tenhais medo!


SAUDAÇÃO INICIAL


Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.


Pres.: A paz esteja convosco.

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO


Feita a reverência ao altar, o Bispo dirige-se para a cátedra. Terminado o canto de entrada, saúda o povo, senta-se e recebe a mitra. Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.


A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados. 


No fim, todos aclamam: Graças a Deus, ou outra aclamação apropriada. 


Nas dioceses recém-criadas, a comunicação das respectivas Letras Apostólicas é feita ao clero e ao povo presente na igreja catedral, e o presbítero mais velho de entre os presentes exara ata devida.


Leitor:

BULA DE REABERTURA DA ARQUIDIOCESE DE APARECIDA E NOMEAÇÃO DO NOVO ARCEBISPO METROPOLITANO


PIUS PP. II


A todos quantos esta Nossa Carta virem, saudação, paz e bênção em Nosso Senhor Jesus Cristo.


I. PREÂMBULO


Tendo Nós, Pio II, servido outrora como sacerdote nesta mesma terra bendita de Aparecida, e exercido o ofício de Reitor do Santuário Nacional, onde aprendi a amar mais profundamente o povo devoto da Senhora Aparecida, da qual fui tirado para o ministério episcopal conforme os desígnios da Providência, julgo com particular solicitude pastoral a situação espiritual desta região.

Recordando a missão que Nosso Senhor confiou ao Bem-aventurado Apóstolo Pedro e a seus sucessores, e considerando a necessidade espiritual do povo confiado à Igreja na região de Aparecida, outrora enriquecida pela presença da Arquidiocese e posteriormente privada de seu governo pastoral próprio, decidimos, movidos pela inspiração divina e pelas súplicas dos fiéis, examinar atentamente a situação.


Tendo ouvido a Congregação competente e ponderado, na luz da Tradição da Igreja, sobre o bem das almas, resolvemos prover com autoridade apostólica.


II. REABERTURA DA ARQUIDIOCESE


Pela plenitude de Nossa Autoridade Apostólica, determinamos, declaramos e decretamos a reabertura da antes fechada Arquidiocese de Aparecida, restituindo-lhe sua dignidade, jurisdição, direitos, deveres e honras, tal como gozava na forma em que foi canonicamente instituída.


Reiteramos que a Arquidiocese, desde este momento, volta a existir como Igreja particular, gozando de personalidade jurídica canônica, com todos os deveres e responsabilidades descritos no Código de Direito Canônico, especialmente nos cânones 368-430, que tratam das Igrejas particulares, dos arcebispos, seus direitos, obrigações e administração pastoral.


III. NOMEAÇÃO DO ARCEBISPO


Atendendo às necessidades espirituais da renovada Arquidiocese e considerando suas virtudes, zelo pastoral e comprovada fidelidade à Santa Igreja Romana, nomeamos e constituímos para o ofício de Arcebispo Metropolitano de Aparecida Dom José Delgado, filho e sacerdote desta tera, a quem conferimos todos os direitos inerentes ao múnus episcopal, conforme os cânones 375-380, e especialmente o encargo de reger, ensinar e santificar o Povo de Deus confiado a seus cuidados.


Concedemos-lhe autoridade para organizar o governo arquidiocesano, erigir ou confirmar paróquias e organismos pastorais, e promover sempre a reta doutrina e a sagrada liturgia segundo a Tradição perene da Igreja e o legítimo magistério.


IV. DISPOSIÇÕES FINAIS


Ordenamos que esta Nossa Bula seja lida solenemente na Catedral Arquidiocesana de Aparecida no primeiro dia possível, publicada nos meios oficiais da Santa Sé e registrada nos arquivos competentes.


Declaramos ainda que nada do aqui contido poderá ser contrariado ou invalidado por quaisquer autoridades inferiores, e que esta Nossa determinação tem força imediata e universal.


Dado em Roma, junto à Basílica de São Pedro, aos 08 dias do mês de dezembro, na Solenidade da Imaculada Conceição de Maria Santíssima, no Ano Jubilar do Senhor de 2025, sob Nosso Selo e Autoridade Apostólica.


✠PIUS PP. II

Sucessor do Príncipe dos Apóstolos


Ao fim da leitura da Bula, todos dizem:

℟.: Graças a Deus.


POSSE 

Em seguida, o eleito recebe o báculo e toma posse da cátedra de onde governará vosso rebanho.


SAUDAÇÃO AO BISPO


Feito isto, se for costume, a primeira dignidade do cabido, ou não havendo cabido, o reitor da igreja dirige uma saudação ao Bispo.

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu Bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito. 



ORAÇÃO DA COLETA


Pres.: Oremos.

E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza:

Inclinai, Senhor, o vosso ouvido de Pai à voz da nossa súplica, e iluminai as trevas do nosso coração com a visita do vosso Filho. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

℟.: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA


PRIMEIRA LEITURA

(Num 24, 2-7.15-17a)


Leitor.: Leitura do Livro dos Números

Naqueles dias, Balaão levantou os olhos e viu Israel acampado por tribos. O espírito de Deus veio sobre ele, e Balaão pronunciou seu poema: “Oráculo de Balaão, filho de Beor, oráculo do homem que tem os olhos abertos; oráculo daquele que ouve as palavras de Deus, que vê o que o poderoso lhe faz ver, que cai, e seus olhos se abrem. Como são belas as tuas tendas, ó Jacó, e as tuas moradas, ó Israel! Elas se estendem como vales, como jardins ao longo de um rio, como aloés que o Senhor plantou, como cedros junto das águas. A água transborda de seus cântaros, e sua semente é ricamente regada. Seu rei é mais poderoso do que Agag, seu reino está em ascensão”. E Balaão continuou pronunciando o seu poema: “Oráculo de Balaão, filho de Beor, oráculo do homem que tem os olhos abertos, oráculo daquele que ouve as palavras de Deus e conhece os pensamentos do Altíssimo, que vê o que o Poderoso lhe faz ver, que cai, e seus olhos se abrem. Eu o vejo, mas não agora; e o contemplo, mas não de perto. Uma estrela sai de Jacó, e um cetro se levanta de Israel”.

Leitor.: Palavra do Senhor.

℟.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSORIAL

Salmo 24 (25), 4bc-5ab. 6-7bc. 8-9 (R. 4b)


O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão. 

℟. Fazei-me conhecer a vossa estrada, ó Senhor!


Mostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, e fazei-me conhecer a vossa estrada! Vossa verdade me oriente e me conduza, porque sois o Deus da minha salvação. ℟.


— Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e a vossa compaixão que são eternas! De mim lembrai-vos, porque sois misericórdia e sois bondade sem limites, ó Senhor! ℟.


— O Senhor é piedade e retidão, e reconduz ao bom caminho os pecadores. Ele dirige os humildes na justiça, e aos pobres ele ensina o seu caminho. ℟.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


ALELUIA, ALELUIA! 

Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade e a vossa salvação nos concedei!

ALELUIA, ALELUIA!


Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:


Diác.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:


Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.


O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Diác.: Amém.


Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.


EVANGELHO

(Mt 21, 23-27)


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:


℣.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:

℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.


℣.: Naquele tempo, Jesus voltou ao Templo. Enquanto ensinava, os sumos sacerdotes e os anciãos do povo aproximaram-se dele e perguntaram: “Com que autoridade fazes estas coisas? Quem te deu tal autoridade?” Jesus respondeu-lhes: “Também eu vos farei uma pergunta. Se vós me responderdes, também eu vos direi com que autoridade faço estas coisas. Donde vinha o batismo de João? Do céu ou dos homens?” Eles refletiam entre si: “Se dissermos: ‘Do céu’, ele nos dirá: ‘Por que não acreditastes nele?’ Se dissermos: ‘Dos homens’, temos medo do povo, pois todos têm João Batista na conta de profeta”. Eles então responderam a Jesus: “Não sabemos”. Ao que Jesus também respondeu: “Eu também não vos direi com que autoridade faço estas coisas”.

℣.: Palavra da Salvação.

℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.


HOMILIA

Na homilia, após o Evangelho, o Bispo dirige pela primeira vez a palavra ao seu povo.


LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS


Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.


CONVITE À ORAÇÃO


Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e o vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS


Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;

Pres.: Aceitai, Senhor, os dons que vos oferecemos dentre os bens que nos destes; e os santos mistérios, que nos dais celebrar no tempo, se convertam para nós em prêmio de redenção eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.


PREFÁCIO DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA III

(Maria, imagem e Mãe da Igreja)

Este prefácio usa-se nas Missas da Bem-aventurada Virgem Maria.


Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres.: Corações ao alto.

℟.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

℟.: É nosso dever e nossa salvação.


O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.

Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, e1 na comemoração da Bem-aventurada Virgem Maria, exaltar-vos com os devidos louvores. Acolhendo a vosso Verbo no seu coração imaculado, ela mereceu concebê-lo em seu seio virginal, e, dando à luz o Fundador, acalentou a Igreja que nascia. Recebendo aos pés da cruz o testamento da caridade divina, ela assumiu todos os seres humanos como filhos e filhas, gerados para a vida eterna pela morte de Cristo. Ao esperar com os Apóstolos o Espírito prometido, unindo suas súplicas às preces dos discípulos tornou-se modelo da igreja orante. Elevada à glória do céu, acompanha com amor materno a Igreja peregrina e protege com carinho os seus passos para a pátria celeste, até o dia glorioso da vinda do Senhor. Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:


Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:

℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


ORAÇÃO EUCARÍSTICA III


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.


O sacerdote une as mãos e as estende sobre as oferendas dizendo:

Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo 

Une as mãos

que nos mandou celebrar estes mistérios.

℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.


Pres.: Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.


Pres.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.


Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo.


℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.


℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

℟.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder phor nós na vossa presença.

℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!


2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Pio, *e o nosso Arcebispo José Delgado, o seu Coadjutor Carlos Henrique, * com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!


3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.


DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

O povo aclama:

℟.: Amém.


ORAÇÃO DO SENHOR


Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:

Pres.: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:


O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:

℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:


Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O sacerdote une as mãos. 

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!


O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.


O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

℟.: Amém.


O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

℟.: O amor de Cristo nos uniu.


FRAÇÃO DO PÃO


Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.


Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:


Pres.: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.


Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

℟.: Amém.


E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


COMUNHÃO


Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:


Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.


ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO


Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:


Pres.: Oremos.

Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:

Fazei frutificar em nós, Senhor, a participação nos vossos mistérios; eles nos levem a amar desde agora os bens do céu e, caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam. Por Cristo, nosso Senhor.

℟.: Amém.


LEITURA DA ATA DA POSSE


Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.


Chanceler: Aos quinze dias do mês de Dezembro do Ano Jubilar de dois mil e vinte e cinco às vinte uma horas na Catedral Metropolitana Basílica-Menor de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, na presença dos senhores arcebispos e bispos, e ainda dos sacerdotes, religiosos e dos fiéis, tomou posse como arcebispo metropolitano de Mariana, o Excelentíssimo Sr. Dom José Delgado na Solene Celebração Eucarística presidida por sua Eminência Reverendíssima Dom Dom Igo Martins Cardeal Nascimento. No início da cerimônia, após a Leitura das Letras Apostólicas de nomeação, emanadas do Vaticano, Dom José Delgado, tomou posse de sua Igreja Particular. Para constar foi lavrada a presente ata, que vai por mim assinada, N., testemunha de tal posse, bem como por Dom José Delgado, e ainda por todos os demais senhores arcebispos e bispos presentes, pelos membros do Colégio de Consultores e por representantes dos fiéis leigos.


Aparecida, 15 de dezembro de 2025.


Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.


APRESENTAÇÃO DO BISPO COADJUTOR 


Leitura da Nomeação (Clique aqui para leitura)

Após a Leitura o povo diz:

℟.: Graças a Deus 

Assim o Bispo Coadjutor dirige algumas palavras aos fiéis


BÊNÇÃO APOSTÓLICA


Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:


Diác ou Sac: Caros irmãos, o nosso amado Pastor, Dom José Delgado, por graça da Santa Sé Apostólica, Arcebispo desta Santa Igreja de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Papa Pio, por nosso pastor Dom José Delgado e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.

℟.: Amém.


Pres: O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.


Diác ou Sac: Inclinai-vos para receber a bênção.


E o bispo, com as mãos estendidas sobre o povo, diz:


Pres: Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.


Pres: Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo. 

Ass: Amém.


Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:


Diác. ou Pres.: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

℟.: Graças a Deus!


Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

SUMOS PONTÍFICES